Dream Theater – Deep Beneath The Surface

Sim, a música é lindíssima. Nunca subestime o pessoal que toca música pesada quando o assunto são baladas e músicas românticas.

É uma música triste. Uma música que fala de amor, de desencontro, de indiferença, e fim. Muitas histórias que, por um motivo ou por outro, acabam assim.

A letra está no próprio vídeo, mas vou coloca-la no final de qualquer maneira.

Apreciem sem moderação.

Deep Beneath The Surface
(Dream Theater)

Is there ever really a right time?
You had led me to believe
Someday you’d be there for me.

When the stars above aligned,
When you weren’t so consumed…
I kept looking for the clues.

So I waited in the shadows of my heart
And still the time was never right.

Until one day I stopped caring
And began to forget why I longed to be so close.
And I disappeared into the darkness
And the darkness turned to pain
And never went away
Until all that remained
Was buried deep beneath the surface.

A shell of what things could have been.
Tired bones beneath a veil
Of guarded secrets all too frail
Sad to think I never knew
You were searching for the words,
For the moment to emerge.

Yet, the moment never came.
You couldn’t risk my fragile frame.

Until one day you stopped caring
And began to forget why you tried to be so close.
And you disappeared into the darkness
And the darkness turned to pain
And never went away
Until all that remained
Was buried deep beneath the surface.

I would scream just to be heard,
As if yelling at the stars.
I was bleeding just to feel.

You would never say a word.
Kept me reaching in the dark.
Always something to conceal.

Until one day I stopped caring
And began to forget why I longed to be so close.
And I disappeared into the darkness
And the darkness turned to pain
And never went away
Until all that remained
Was buried deep beneath the surface.

Beneath the surface.

Hyperloop: Transporte a mais de mil quilômetros por hora

Simplesmente sensacional!

S U P R I M A T E C

hyperloop-new-ft

A 20 anos, na Cisco Systems Inc. Rob Lloyd ajudou a vender uma tecnologia para tubo de dados. Agora ele planeja ajudar a fazer um diferente tipo de tubo para transportar pessoas e produtos.

O ex-presidente da Cisco foi nomeado chefe executivo da Hyperloop Transport Technologies Inc., uma startup de Los Angeles formada para tentar realizar um conceito radical de transporte proposto pelo CEO da Tesla Motors Inc. Elon Musk. A startup está desenvolvendo tubos especiais, compressores de ar, motores elétricos e “HyperPods”, para mover carros de carga ou de passageiros em movimento a velocidades de mais de 700 milhas por hora.

A visão do Hyperloop de Musk foi recebida com ceticismo considerável por funcionários públicos e outros, quando foi proposto em 2013. Mas o Sr. Lloyd disse que foi convencido a assumir o cargo pelo o talento técnico da startup e pelo progresso que seus engenheiros fizeram até agora.

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Alex Martinho – Tão Longe Assim

Infelizmente, o talento é pouco reconhecido no Brasil, principalmente em se tratando de Rock and Roll.

Vejam esse vídeo, por favor:

Fantástica a música, não? Por que não toca nas rádios? Não sei. Eu realmente não sei.

Já tive aulas com ele e o conheço faz centos anos! Um talento excepcional que teve a coragem de fazer o que eu sempre quis: ser músico.

E para fechar com chave de ouro, um show dele completo gravado no Teatro Municipal de Niterói. Tive o privilégio de estar lá. 🙂

P.S.: Na bateria, o irmão dele, Rodrigo Martinho.

Por semelhança e nunca por autenticidade

A grande maioria das atitudes das pessoas passa pela crença de que, para serem aceitas, precisam seguir algum tipo de padrão ou ordem. E quando assim não o fazem, estão fadadas à desgraça, ao desprezo, ao esquecimento. Sim, estão.

O mundo em que vivemos não está preparado para a autenticidade. As pessoas perguntam por perguntar, fazem por fazer, casam por casar, e assim por diante. E assim, em meio ao politicamente correto, vivem, ainda que eu ache que isso não seja viver.

Mas de que adianta viver do jeito que eu acho? Portas serão fechadas. Empregos serão perdidos. Amizades serão desfeitas. Amores se esfacelarão. Sobrarão a dor, a desilusão. Sobrará o que cabe ao autêntico: o último passo antes do abismo.

Nunca espere nada de ninguém. Nunca espere nada! Seja apenas um repetidor. Aprenda com quem faz, seja lá quem for, e exaustivamente repita. Copie; não invente. Chame a cópia de sua obra-prima. Não tenha valor. Venda-se. Foda-se. E no mundo em que vivemos, seja feliz. Muito mais feliz que eu.

Não seja você jamais! Lembre-se disso! Essa é a regra número 1 dos novos tempos. Caso contrário, você será julgado e considerado culpado por crimes que sequer sabia que existia. Será abandonado, largado, relegado ao esquecimento. Sendo autêntico, irá interagir com outro somente diante de um espelho, espelho este que é sua vida, sendo o outro você mesmo.

Não creia que se trata de um conselho errado. Você jamais terá depressão ou achará que vive em um mundo de valores invertidos. Vai ser feliz, eu garanto! Não vai ser mal interpretado jamais, e todas as glórias serão suas. O coletivo será seu. O mundo também. Todos estarão a seus pés. Todos beijarão suas mãos.

E se portas se fecharem diante de você, lembre-se: você está errando de alguma forma. Está sendo você demais. Precisa corrigir isso. Vá ser feliz! Seja o que esperam que você seja e nada mais que isso. Seja humano ou bicho. Tanto faz. Só não seja você.

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Sim, é isso que eu penso de toda essa felicidade aparente que transborda nesse mundo artificial. Se o que me restar for apenas meu espelho, que fique claro que todas os ciclos e portas que se fecharam, de uma forma ou de outra, me fizeram ser o que sou. Diferente, inconformado, preocupado, grato, sincero, ingênuo, prudente, nunca ausente, nunca omisso. Ser assim nos dias de hoje é difícil, e é esse difícil que me faz feliz.

Feminismo, machismo ou achismo?

Durante anos, as mulheres brigaram bravamente pelo direito de serem iguais aos homens. Em alguns casos, foram capazes de superar os homens, o que não é mérito ou demérito para nenhuma das partes.

Entretanto, há algo errado aí… Afinal de contas, o objetivo era acabar com o machismo ou fazer valer o feminismo? Se o objetivo era ser igual, isso não implica necessariamente no ônus e no bônus dessa igualdade?

Depois de tanta luta para se tornarem iguais, me assusta ver mulheres apelando para o fato de serem mulheres para se livrarem de determinadas situações. Pior ainda… “Ele me usou!” Que merda de frase é essa? Em um mundo onde há igualdade, só acontecem coisas quando de comum acordo, certo? Quer dizer que a mulher vai junto com o homem para a cama e depois se faz de vítima? Faça-me o favor!

O mesmo digo dos homens. “Tenho medo de me apegar” ou  a clássica “Não estou em um momento para um relacionamento mais sério”. Que homem não corre o risco de se apaixonar por uma mulher querendo ele ou não? Se não deu certo, basta dizer que não deu certo. Simples assim.

Pois bem… Está na hora de trocar o disco. Homens e mulheres são iguais ou não? Que tal pensarmos neles como complementares? Não é isso que a natureza quis nos ensinar quando tornou necessária, na maioria esmagadora das espécies, um macho e uma fêmea para gerar a vida?

Chega de achismo! Homem ou mulher, tanto faz! E não, isso não impede que um homem continue abrindo a porta do carro para uma mulher entrar, e não dá direito à mulher de cuspir na mesa do bar.

Onde você deixa seu chinelo de dedo antes de dormir?

É muito comum nos dias de hoje ver pessoas perguntando coisas do tipo “Onde erramos? Quando foi que acabou?” E, inevitavelmente, após esses questionamentos mais básicos e elementares, na defensiva surge a necessidade de culpar alguém: “A culpa é sua e não minha!” é o que mais se costumar ouvir. Prático e patético, não?

Mas não adianta falar em culpa depois que algo acabou, adianta? Não. Acabou. E depois de um tempo, depois que a raiva vai embora e da vida nos mostrar algumas lições, percebemos que podíamos ter sido mais flexíveis aqui e ali para evitar que se chegasse ao fim. Podíamos. Não podemos mais. Chegou o fim.

Em geral, pelo menos uma das partes, quiçá as duas, dão inúmeros avisos e alertas sobre os problemas, que não são coisas que surgem do nada. Um comportamento ou mesmo um simples gesto inadequado repetido ao longo dos anos pode se transformar em um derradeiro motivo, ainda que uma das partes entenda que não. Viver a dois é isso. Se algo incomoda, é preciso falar sobre isso. Fingir que esse algo não existe não é uma solução. Na verdade, é uma agressão ainda maior a quem está se sentindo incomodado.

E o mais engraçado é que não se chega ao fim sem um início, sem um meio. O que era diferente no início? Era justamente essa falta de acomodação, essa incapacidade de machucar o outro e ignorar a situação. E o meio é justamente quando a agressão – é assim que sucessivos erros começam a ser vistos, consciente ou não, começa a cair no lugar comum. É quando se perde a noção de que o amor é algo que se rega todo o dia. Quando se perde isso, se perdeu tudo. Não restou mais nada. Fim.

A vida é assim. Todo mundo quer o melhor dos outros, mas realmente poucos, pouquíssimos querem dar para os outros o seu melhor, mesmo que isso seja algo tão simples quanto mudar o lugar onde se deixa uma chinelo de dedo antes de dormir.

Não tome como certo aquilo que você já tem. Tente ser melhor, sempre melhor. Não faça pouco caso da vontade do outro. Não desmeraça o outro. Não se esqueça do outro. Diante de uma despedida, mudar o lugar onde se guarda uma chinelo de dedo antes de dormir e agradecer a Deus pelo que se tem é um esforço ínfimo.

Flamengo até morrer eu sou!

Não é preciso ser torcedor de um time para respeita-lo. Talvez mais do que isso… Respeitar a sua torcida.

Esse texto fala de nós, flamenguistas. E o porque do “uma vez Flamengo, sempre Flamengo”.

“A frase mais dita no Rio de Janeiro na última semana foi: “deixou chegar, fodeu!”. E de bar em bar ela se propagou como uma verdade absoluta e assustadora que colocaria o quase rebaixado a quase hepta.

Sim, eles acham que serão heptacampeões em 2015.

Talvez eles tenham ainda alguma timidez em demonstrar publicamente tal “delírio”, mas ao ver Luiz Antônio colocar aquela bola no angulo, não teve um rubro-negro vivo que não fez um calculo maluco na cabeça onde o Corinthians perdia loucamente e o Flamengo, embalado, ganhava quase todas.

Era mais do que um sonho. O hepta pra eles já é uma realidade.

Não chegaram no G4. Arrombaram a porta com dois gols espetaculares num dia de atuação ruim. Veja você, quem diria?  Eles. Eles sempre dizem.

Nós é que não acreditamos, teimamos com a lógica deles, os consideramos meio malucos que vivem num universo paralelo. Enquanto entendemos que 51 – 38 é igual a 13, eles entendem que é um tropeço aqui, uma derrota óbvia ali e “tamo lá!”.

Duvida? Infiél!

É irritante não ser Flamengo, especialmente em sextas-feiras como essa.

Deixamos chegar. Resta saber se F….

abs,
RicaPerrone

Fonte: http://www.ricaperrone.com.br/f/

P.S.: O jogo em questão é do Flamengo x Cruzeiro no dia 10/09/2015.