A verdadeira Black Friday

No início da semana passada, recebi um email dizendo que um software de uma determinada empresa estaria sendo vendido com 50% de desconto na Black Friday. Como se trata de um produto que me interessa, eu sabia exatamente o preço dele antes da Black Friday: $399.00.

Na quarta-feira, antes do feriado, mandei um email para a empresa dizendo que eu estava muito feliz com o desconto, mas que ficaria difícil para eu efetuar a compra por conta da cotação do dólar no Brasil.

Resultado: um email recebido da empresa agradecendo pelo meu interesse em seus produtos, e um desconto adicional de 25% por conta da situação que está sendo vivida no Brasil. Com 75% de desconto, nem pensei duas vezes. Comprei o produto e pronto.

Essa situação simples ilustra o espírito empreendedor dos americanos. Eu sou “apenas” um dos muitos clientes dessa empresa, e ainda assim tive a nítida sensação de que a empresa estava genuinamente preocupada comigo. Já sentiram isso no Brasil de alguma forma? Sinceramente, eu nunca. Melhor dizendo… A Nestlé (Nespresso) oferece um serviço diferenciado. Merece meus aplausos e minhas compras.

Que fique claro que o desconto extra de 25% não é o que define ou diferencia a qualidade do atendimento aos clientes. É óbvio que me senti prestigiado quando o desconto me foi ofertado, mas o simples fato de da empresa responder em tempo hábil já é um diferencial. O simples fato da empresa tentar entender o cliente é um diferencial. Vou mais longe: o simples fato da empresa genuinamente estar cumprindo o desconto oferecido na Black Friday é um diferencial. Mandaram um email dizendo que o desconto seria de 50% e realmente foi. Não subiram o produto em 30% para depois dar um desconto de 50%, o que nos leva a minha crítica sobre a “Black Friday” brasileira.

Lojas como Submarino e Americanas, por exemplo subindo os preços, mentindo descaradamente, para no final receberem multas irrisórias por conta da “Black Friday”. De que vale aplicar uma multa de R$5 mi se a empresa lucrou R$100 mi? O crime compensa no Brasil, e de uma forma ou de outra somos cúmplices disso tudo quando não limamos essas empresas do nosso dia-a-dia.

Black Fraude. Sei que o nome é batido, mas é o nome correto dessa sexta-feira no Brasil.

P.S.: Optei por não divulgar o nome da empresa nos EUA porque não sei se o desconto que me foi ofertado é único (eu já tinha um relacionamento com a empresa) ou se é algo que fariam por qualquer um.

Piscina de Crocodilos

crocs

Um milionário promoveu uma festa em uma de suas mansões, e em determinado momento pediu que a música parasse e disse, olhando para a piscina onde cria crocodilos australianos:

— Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará todos os meus carros. Alguém se habilita?

Espantados, os convidados permanecem em silêncio e o milionário insiste:

— Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros e meus aviões. Alguém se habilita?

O silêncio impera e, mais uma vez, ele oferece:

— Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões e minhas mansões.

Neste momento, alguém salta na piscina.

A cena é impressionante. Luta intensa! O destemido se defende como pode, segura a boca dos crocodilos com pés e mãos, torce o rabo dos répteis, se debate… Nossa! Muita violência e emoção. Parecia filme do Crocodilo Dundee!

Após alguns minutos de terror e pânico, sai o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas e quase despido.

O milionário se aproxima, dá-lhe os parabéns e pergunta:

— Onde quer que lhe entregue os carros?
— Obrigado, mas não quero seus carros.

Surpreso, o milionário pergunta:

— E os aviões, onde quer que lhe entregue?
— Obrigado, mas não quero seus aviões.

Estranhando a reação do homem, o milionário pergunta:

— E as mansões?
— Eu tenho uma bela casa, não preciso das suas. Pode ficar com elas. Não quero nada que é seu.

Impressionado, o milionário insiste:

— Mas se você não quer nada do que ofereci, o que quer então?

E o homem respondeu irritado:

— ACHAR O MISERÁVEL QUE ME EMPURROU NA PISCINA!

Moral da História
SOMOS CAPAZES DE REALIZAR MUITAS COISAS QUE POR VEZES NÓS MESMOS NÃO ACREDITAMOS. BASTA UM EMPURRÃOZINHO (MUITAS VEZES DE UM MISERÁVEL DE UMA FIGA).

Tem dúvidas de que lado a Globo está?

Não é do lado dos brasileiros, posso garantir. Não que o PSDB seja o partido perfeito, mas dar a entender que o líder do governo no Senado Federal não é petista é abusar da inteligência até de quem não a tem!

A imagem fala por si só.

Delcidio

Fonte: http://oglobo.globo.com/brasil/delcidio-amaral-mais-tucano-dos-petistas-18135274

Imagine? What porra is that?

Essa música é lindíssima, não é mesmo? Vamos dar uma olhada mais de perto na letra?

Imagine
(John Lennon)

Imagine there’s no heaven
It’s easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today…

Aqui, o socialista de merda já começa a destilar o seu veneno. Se não há paraíso e nem inferno, muito menos amanhã (todo mundo vivendo por conta do hoje), o certo é fazer apenas o que cada um quer. É a anarquia. É putaria total. Que se fodam tudo e todos! Afinal de contas, a vida é feita de momentos… Matar? Pode sim! Estuprar? Pode sim! Degolar? Pode sim! Não sei porque, mas isso me lembra uma certa religião…

Imagine there’s no countries
It isn’t hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace…

Mais uma vez, o socialista mequetrefe se finge de desentendido para ser amado por todos! Como assim sem países? Países foram criados e formados não por acaso. As pessoas que vivem em um determinado país se submetem ou pelo menos deveriam estar submetidas a um mesmo conjunto de regras e valores morais. Juntar um sujeito do país A com um do país B em nome do amor não resolve nada.

Mas não é só isso… Assim como fez na primeira estrofe, John Lennon tenta colocar todos os conflitos do mundo na conta da religião. Na primeira estrofe, de maneira mais sutil. Na segunda, fala especificamente da religião como se fosse esta a grande causa para se matar e morrer. O nazismo era um movimento religioso? O fascismo? E o comunismo? Foram estes os maiores assassinos da humanidade, e o palhação querendo colocar na conta das religiões, como se fossem todas iguais! Hello, John Lennon!?!? As religiões não são todas iguais. Apenas uma delas prega abertamente a morte dos infiéis. Revire-se no túmulo, seu crápula!

You may say I’m a dreamer
But I’m not the only one
I hope someday you’ll join us
And the world will be as one

Sonhador? MALUCO! Isso é coisa de doido, e os últimos acontecimentos apenas comprovam isso. Em uma coisa você está certo: há um bando de malucos como você. Atualmente, são conhecidos como “politicamente corretos”. Não servem para NADA além de pura massa de manobra!

Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world…

Bom… Vamos ligar os pontos. Primeiro, você diz que Deus não existe e que as religiões, portanto, também não deveriam existir. Então, a comida e os bens que são utilizados em forma geral teriam que ser gerados pelo trabalho das pessoas. Fala a verdade, John Lennon… Você era marxista, né? Você seria da turma dos que trabalham ou da turma dos que não trabalham? Valeria a “lei do menor esforço”! Diz aí, John Lennon… Droga, muita droga, né? VAGABUNDO!

You may say I’m a dreamer
But I’m not the only one
I hope someday you’ll join us
And the world will live as one

Rapaz… Já comentei lá em cima. Melhor passar logo para a parte final.

Acreditar que “Imagine” é a solução para a paz nos dias de hoje é como pedir para Lula e Dilma fazerem uma palestra sobre honestidade.

CHEGA DO POLITICAMENTE CORRETO! Já passou dos limites!

Eleições na Argentina – E o Brasil?

Até que enfim a América Latina se livrou de um de seus maiores males: o kirchnerismo. Com a derrota de Daniel Scioli, o presidente eleito, Mauricio Macri, líder de uma frente dita de centro-direita, tráz um pouco de calma aos corações não assoberbados pelo bolivarianismo de Chávez, Fidel e Lula, para citar apenas alguns. É uma luz tímida no fim do túnel, mas ainda assim é uma luz.

Entretanto, ainda não ficou claro se a América Latina também está disposta a se livrar do populismo, componente fundamental do bolivarianismo. Macri, ainda que se apresente como um líder de centro-direita, é ex-presidente do clube Boca Juniors. Fica a pergunta óbvia: venceu por mérito ou por popularidade? Será que não foi por falta de opção? É esperar e ver.

Macri afirma, por exemplo, que quer a Venezuela fora do Mercosul. Excelente! Todos queremos. Entretanto, um dos principais motivos da Venezuela estar no Mercosul é justamente o Brasil. E em paralelo, acena com novas negociações com EUA e Europa, e a retomada de até mesmo do diálogo com a Grã-Bretanha, abalado desde a Guerra das Malvinas.

Não que isso seja mal para a Argentina. Pelo contrário! Entretanto, a insistência do Brasil em manter o Mercosul nos moldes atuais vai acabar nos afastando da Argentina, enfraquecendo ainda mais o Mercosul, que já não serve para NADA, em minha modesta opinião.

Enfim… Se Macri não for um falador barato e resolver de fato colocar a Argentina nos trilhos do crescimento e do desenvolvimento, será que o Brasil está preparado para lidar com isso? O Chile e o Peru já embarcaram no TPP (e, por favor, nem tentem me convencer que o problema do Brasil é não ser banhado pelo Pacífico). Vai sobrar algo de bom para nós, ou vamos morrer abraçados a lixos como Venezuela, Bolívia e Cuba? É esperar e ver.

Dia da Bandeira – Eu (ainda) acredito!

Por mais que esteja tudo indo de mal a pior, a instituição Brasil deve e pode ser maior do que tudo isso. Depende de nós. Pense no que você pode fazer. Não cabe a mim e nem a ninguém ensinar alguém a amar sua pátria. Aliás, se ainda não ficou claro, se falo mal dela é porque ainda a amo.

Ouça esse hino ao lado dos seus parentes. Mostre a seus filhos e a seus netos as nossas vitórias e tente, de alguma forma, transmitir uma mensagem de esperança.

Que Deus proteja o Brasil!