Dilma e Eduardo Cunha

“Há inúmeras provas contra você apontando seus crimes, mas eu tenho o poder de deixar ou não essas provas se transformarem em um processo, que pode culminar na perda do seu mandato, além ações cíveis e até mesmo penais.

O mesmo é verdadeiro para você. Há inúmeras provas contra mim apontando meus crimes, mas você tem o poder de deixar ou não essas provas se transformarem em um processo, que pode culminar na perda do meu mandato, além ações cíveis e até mesmo penais.

Então, você segura a peteca do seu lado e eu seguro do meu. Juntos, não caímos. Separados, caímos os dois.”

O texto acima representa acordos feitos entre facções criminosas e bandidos de todas as espécies. Entretanto, HOJE É ESSA A SITUAÇÃO DO BRASIL. De um lado, no Poder Executivo, a presidente Dilma. De outro, no Poder Legislativo, o deputado federal Eduardo Cunha. A barganha do Eduardo Cunha, obviamente, não se materializa apenas na presidente Dilma. É preciso que os lacaios do PT façam o serviço sujo no Congresso Nacional. De forma análoga, o deputado federal Eduardo Cunha depende de seus cupinxas para manter estável a situação da presidente Dilma. É um “toma lá, dá cá” constante, infinito.

Não se faz mais nada no Brasil além disso. O Brasil está parado, falando de maneira simplista, por conta da presidente Dilma e do deputado federal Eduardo Cunha. Enquanto eles decidem seus próprios destinos, o país agoniza e sangra o sangue que já nem tem e chora as lágrimas que já não possui.

Mas isso não é tudo. A Operação Lava-Jato, a Operação Zelotes e tantas outras que já foram criadas e/ou ainda serão criadas, expõe em detalhes os intestinos dessa máfia que se apoderou do Brasil desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula.

É fato notório que a corrupção não foi inventada pelo PT. Entretanto, o PT a institucionalizou. E o fez ao ponto de até restaurantes dentro do Congresso Nacional serem objeto de propina. Quem não se lembra do Mensalinho?

Ora, brasileiros! Se isso acontece em nível federal, é mais do que óbvio e ululante que se replica, dadas as devidas proporções, nos níveis estaduais e municipais! Enquanto escrevo, acordos são fechados, propinas são distribuídas, brasileiros matam e morrem, quer seja como vítimas ou bandidos, em uma bola de neve gigante que por fim se chocará contra o próprio Brasil, destruindo-o.

E nós, apáticos, estáticos, hipnotizados, assistimos a tudo isso como se fosse uma novela, de onde não somos protagonistas e muito menos temos o direito de alterar seu roteiro.

Não! Mil vezes não! Libertem-se dos grilhões que os mantém presos! Esqueçam ideologias, partidos, políticos, etc. Se somos brasileiros e não desistimos nunca, como podemos deixar que o nosso futuro seja decidido por piranhas gulosas e graúdas, que já não se preocupam nem mais em esconder dos brasileiros a sua hipocrisia, a sua empáfia, e o seu desprezo extremo pelo Brasil? Enquanto eles brincam de mocinho e bandido, de situação e oposição, de direita e de esqurda, é o nosso futuro que se esvai para que o deles seja garantido.

No fundo, somos nós contra eles ou eles contra nós. Tanto faz! ESTAMOS EM GUERRA! Parece óbvio, mas poucos conseguem ver isso com clareza. Os nossos “donos” se encarregaram de gerar, através de todos os meios de comunicação disponíveis, figuras nefastas que nos fazem acreditar que os problemas do Brasil são a homofobia, o racismo, a intolerância religiosa, o machismo, etc. E enquanto discutimos o direitos e até mesmo os deveres do que é intrinsecamente privado, ignoramos o que é público, o que é nosso. E ignoramos ao ponto de não sabermos que é nosso dever, nossa obrigação cuidar do que é público, porque está nele o nosso futuro, o futuro do Brasil.

Lembro-me bem quando me diziam que há 3 coisas que não se discutem: futebol, religião e política. Chegou o momento de entendermos que falar sobre política é falar sobre nós mesmos. Entender o que acontece em todos os níveis do governo não é algo opcional, mas uma obrigação nossa para com nós mesmos, para com o Brasil.

Chegou o momento de invocarmos, em nome de tudo que nos é mais importante e sagrado, o nosso instinto enquanto “animais políticos”. Vamos discutir, vamos entender, vamos discordar, vamos concordar… Simplesmente vamos! Ainda há tempo de ir.

Que Dilmas e Cunhas não nos deixem esquecer que o Brasil tem dono: ele é NOSSO.

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