A morte da rola

Silenciou-se o canto
Silenciou-se o pranto
No seu rio de lágrimas
Suicidou-se, morreu.

Não acharam o corpo
“Dessepulto!” – disse o puto
Melhor assim
O cadáver não endureceu.

Disseram que era doce
Que diferença faz agora?
Já não voa mais a rola
Pombas – nunca antes isso me aconteceu!

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