Deixa eu te contar…

Deixa eu te contar…

Fui embora querendo ficar

Queria voltar

Sei lá!

Cismei com essa coisa de te amar

 

Não largo mais o celular

Que grita

Apita

Crepita

Explicita

Esse vício que virou te amar

 

Mas não é só no celular…

É no corpo

No coração apertado

Nos olhos vidrados

No discurso emocionado

No tesão reprimido

Boca, pescoço

Nuca e ouvidos

Não se trata de castigo

É só essa mania de te amar

 

Amo

 

Já aceitei essa parte

 

Amo

 

Já aceitei essa parte!

 

Sendo coisa, vício ou mania

Se reafirma como poesia

Inspira

Desvela fantasias

No teu amor encontrei alforria

Mas no fundo ainda sou escravo

E ainda assim descarto qualquer agravo

Posto que não quero mais minha alma vazia.

bom-dia

Ao meu lado

Reblogar é viver! 🙂

AGORA BABOU

Deixa assim…

Eu vivo do passado

Olhando para um futuro

Com você ao meu lado

Morrendo de rir

Três pizzas para dois

Quatro gozadas depois

Te amo

Te chamo

Vinho

Canto

Pranto

Amor sem fim

Sim, a gente é assim

Sem fim

Sem começo

Puro recomeço –

Eis o preço! –

De vidas tortas

Que bateram em nossas respectivas portas

Precisando-se, pedindo-se

Necessitando-se…

Sim, vamos esconder

O que a vida nos prometeu:

Vamos nos ignorar em direitos

Defeitos

Peitos!

Falando nisso

Adoro os seus!

Exalo saudades

Das conversas sem fim

Do meu corpo suado

Colado no seu

Algo sem igual

Algo só meu e seu

Já mencionei seus peitos?

Enfim…

Saudades das nossas músicas

Das cinco horas da manhã

Do seu pai pegando água

Do seu sutiã

Do calor que me esquentava

Do frio que não fazia!

Ah, meu amor!

Não pedirei nenhum favor

Peço apenas pelo meu direito

De…

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Disse-me-disse

Nada me incomoda mais

Do que a mesmice

Chatice

Babaquice

Caretisse

Bobice

Sanduíche

Iche iche

 

Eu já te disse:

Deixa de frescurisse

Vem cá e me versa

Chega de disse-me-disse!

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