Até quando???

Quantas vezes será necessário que seja a última vez para que de fato você entenda que é a última vez?

Quantas vezes você vai precisar dizer “Nunca mais!” para que de fato seja nunca mais?

Quantos silêncios ensurdecedores, quando tudo que você precisava era de palavras?

Quantas ausências absolutamente inexplicáveis, quando tudo que você precisava era de um afago?

Quantas conversas fundamentais que terminaram com um “não quero falar disso”?

Quantas vezes você teve que diminuir o seu tamanho para caber em algum lugar ou desempenhar algum papel ridículo?

Quantas ligações suas que terminaram na caixa postal por opção, por uma decisão consciente?

Quantos telefonemas desligados na sua cara?

Quantas mensagens lidas e ignoradas com sucesso?

Quantos bloqueios e desbloqueios?

Quantos términos por mensagem ou sem nenhuma explicação?

Quantos retornos para fazer exatamente as mesmas besteiras e ruindades que foram feitas anteriormente?

Quanta intenção nenhuma de mudar disfarçada de vontade de querer mudar?

Quantas “contações de causos” e pedidos de desculpas para justificar o impossível?

Quantos planos adiados e reprogramados, só para terminarem no esquecimento?

Quantas sonhos, promessas e juras que se perderam pelo caminho, que viraram pó na estrada?

Quantas mentiras serão necessárias? Quanta dor? Quanta maldade? Quantas máscaras? Quantos disfarces? Quanta ingratidão? Quanto sofrimento? Quantos fingimentos? Quanta irresponsabilidade? Quantas insanidades? Quanta ansiedade? Quantos “Frontal”? Quantos “Rivotril”? Quantas noites sem dormir? Quantas lágrimas? Quantas humilhações? Quanto desprezo? Quantas falta de respeito? Quantas reprovações? Quantas imposições? Quanto descaso? Quanto deboche? Quantas piadas? Quantas ironias? Quanta promiscuidade? Quantas traições? Quantas depravações? Quantas manipulações? Quantas distorções? Quantas ameaças? Quantas agressões físicas e psíquicas? Quantos prejuízos financeiros?

Me diga! Quantas? Até quando? Qual é o seu limite? Até quando você vai suportar o que faz você ter nojo de si mesmo?

Não importa quanto tempo se passou. Não importa o quanto você investiu nesse relacionamento. Não importa o que sua família acha. Não importa o que seus amigos acham. Não importa o que vocês tinham programado… CHEGA! Nada disso importa quando você não importa na vida do outro. Quando você é um objeto. Quando você é uma opção. Quando tudo que resta para você são migalhas, sendo que há dias e períodos, semanas, meses e anos em que nem essas migalhas você recebe.

Isso não é amor. Isso é submissão. Isso é codependência e você é cúmplice de tudo que está acontecendo em sua vida. Resta saber:

Até quando???

Até quando???

Até quando???

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