Dia dos Namorados – 2019

Então, você está com a buzanfa sentada no sofá e reclamando da vida por estar sozinho(a) no dia de hoje. Você lembra dos filmes da Sessão da Tarde, do(a) ex e sente saudades de tudo aquilo que ainda não viveu (inspiração poética by Neymar). Reclama da vida, culpa todo mundo (menos você) por essa sua “solidão” e compra 15 Kg de chocolate de uma marca obscura para comer enquanto chora feito uma criança.

Vamos parar com isso, né? Há tanta gente acompanhada por aí que está sozinha. Quer dizer que você realmente acredita nos sorrisos e fotos do Instagram e do Facebook, onde tudo é perfeito e as pessoas são 100% felizes? Quer dizer que a única pessoa infeliz no mundo é você?

ACORDA! Ao invés dos 15 Kg de chocolate e de se lamentar como se fosse a pior criatura do mundo, que tal se preparar para ser a melhor versão de si mesmo(a) para atrair para a tua vida alguém que de fato esteja a tua altura e que te mereça? Sim, você tem valor! Você é ÚNICO(A). E com certeza há alguém no mundo esperando por alguém feito você.

Sai de casa! Vai para a academia! Vai tomar um chopp com os amigos! Larga essa merda de celular e vai viver! E assim, quando você menos esperar, você vai dar de cara com aquela pessoa que você nem sabia que existia. Repetindo: sim, ela existe, e está em algum lugar esperando por você.

A opção é inteiramente tua. E lembre-se SEMPRE da frase abaixo…

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Are you an eagle?

What defines an eagle? Its screech? Beak? Claws? Eyes? Feathers? Wings? No! Flying defines an eagle.

The typical eagle nest is way up high. So, before flying the younglings exercise their wings a lot. They must do it. That is the only possible way for them to try to be prepared for their fate, for their ultimate mission.

Until one day, the irresistible, the insurmountable calling from the wind together with their bold and relentless instinct make them throw their bodies through the sky. That is when an eagle truly starts to live. Eagles were born to fly.

My question to you is simple: are you a real eagle or you just look like one? Are you brave enough to fly high?

13 de Maio – Dia de Nossa Senhora de Fátima

Hoje é dia dela, da minha segunda mãe, da mãe de todos nós, mãe do filho de Deus que se fez carne e viveu entre nós.

Nada do que eu fale será capaz de explicar o que sinto por ela. Nada. É minha protetora, minha guardiã, minha confidente, a quem entrego minha alma e meu coração, não certeza de que ela intercede por mim diante de seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, meu único senhor e meu salvador.

Obrigado pela sua presença em minha vida, minha querida mãe. Ave Maria hoje, agora e sempre!

Ciências Humanas não são senso comum!

No Brasil de hoje, está em curso um preconceito muito grande com relação as Ciências Humanas de uma forma geral, sendo isso relativamente fácil de ser explicado.

Há uma definição na página da UFMG que achei brilhante:

“Em casa, nas ruas, nos ônibus, na escola, no trabalho, no mundo virtual. Em todos os lugares, os seres humanos estabelecem relações entre si, sejam elas de amizade, afeto ou poder. Mas quem é capaz de compreendê-las? As Ciências Humanas procuram ir fundo naquilo que é mais peculiar em nós e talvez, por isso, mais difícil de ser desvendado: a nossa humanidade. Filosofia, Psicologia, Ciências Sociais, História e Pedagogia. Quem escolhe trilhar um desses caminhos deve se desfazer de preconceitos e não se contentar com o óbvio.”

Copiado hoje, no dia 08/05/2019, desta página. O autor do texto é Vinícius Luiz.

O próprio texto já explica o desafio: como essas ciências tratam de fatos do nosso dia-a-dia, é muito fácil para os desavisados acreditar que se trata apenas de senso comum, e por se tratar de senso comum, é algo raso e de fácil compreensão. Grave engano. Gravíssimo!

Vou citar um exemplo da minha área (sou formado em Ciências Econmômicas, que é uma Ciência Humana). Tenho lido com frequência que, para aumentar a arrecadação do governo, é preciso aumentar impostos. Parece algo sensato, não? Diminuir gastos e privilégios completamente desnecessários deveria ser mais óbvio ainda (mas vamos deixar isso para outro post). Então, apresento-vos a Curva de Laffer:

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Essa curva é bem elementar para quem fez o curso de Economia, e basicamente (e de forma bem simplificada) quer dizer que há um ponto ótimo em que a carga tributária arrecada o máximo que é possível sem prejudicar a atividade econômica. Trocando em miúdos, ao contrário do que se pode esperar como leigo, aumentar os impostos pode realmente diminuir a arrecadação do governo, até mesmo ao ponto de não haver arrecadação (e nem produção). Maiores detalhes podem ser encontrados nesta página.

Percebem o dilema? As discussões nas redes sociais, por exemplo, baseiam-se, em sua grande maioria, no senso comum. E como falta ao brasileiro (especialmente!!!) a humildade para perceber que há mais sobre um determinado assunto do que ele consegue perceber, dão-se os embates improdutivos e que só servem para dividir ainda mais a sociedade.

Muitos dizem: “Tales de Mileto não era formado em Filosofia! Aristóteles e Platão também não! Nem Descartes!” Pois é… Mas estes foram mais do que isso: foram as pedras angulares do que conhecemos sobre Filosofia nos dias de hoje. Muito foi contruído em cima do que eles disseram, e para entender essa base de conhecimento e discutir com propriedade é necessário SIM fazer uma faculdade (ou ser um autodidata minimamente sério, sob pena de ser cooptado pelo seu próprio entendimento, pelo senso comum).

Não vou entrar na questão que envolve aqueles que se utilizam da ciência para justificar as suas ideologias. Essa é outra questão completamente fora do que quero cobrir aqui, mas agrava ainda mais a percepção leiga de que não há um mínimo conjunto de regras ou conhecimento sobre o qual os “escolados” se apoiem diante de uma discussão.

Sem mais delongas, espero ter conseguido cumprir o meu objetivo. Fiquem atentos ao que é dito apenas com o intuito de politizar ou minimizar os mais variados campos de conhecimento da humanidade. Não chegamos até onde estamos somente através da Matemática, por exemplo. O bom mesmo é falarmos do que entendemos, reservando a nós mesmos sempre o direito de termos a nossa própria opinião, desde que sejamos capazes de entender as nossas limitações. Para maiores detalhes, sugiro pesquisar sobre Episteme e Doxa.

Comentários? Por favor! 🙂