Visceral

Nunca seremos nada até aceitarmos que o que há de mais visceral em nós, que nos clama por aceitação e justiça, nosso verdadeiro propósito de vida. Podemos até nos enganar, mas para sempre teremos que viver com nosso eu de mentiras e aparências. Para sempre teremos que viver adormecidos. Dormindo para a vida. Acordados para o que não somos.

Aromas e convites

Já te vejo nua

Quando ainda estás enrolada na toalha

Teu corpo exalando aromas e convites

“Me come!”, tu não dizes e eu escuto

“Chegou a hora!”, atiço-me resoluto

Vício, hábito, comichão, aceitação, resignação

E sem que eu peça

A toalha escorre pelo teu corpo até o chão

Secou-se…

Mas há de pingar em mim e derreter meu coração.

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