Ainda procuro

Ainda procuro aquele brilho

Que emana de seus olhos

Desde o dia em que eu te conheci

 

Ainda procuro aquele perfume

Aquele sorriso provocante

Eternidades

Nossas vidas por alguns instantes

 

Ainda procuro o nosso gosto

Procuro o nosso cheiro

Procuro seus braços

Pelo ânimo para levantar

Pela fragilidade para dormir

 

Ainda procuro aquela sensação

Aquela total falta de limite

Frio na barriga

Excesso e falta de apetite

Aquela vontade de estar para sempre ali

 

Ainda procuro lembranças

Doces, suaves

Esperança!

De estar e ser sempre por perto

Peito aberto

Todo mundo em nossas mãos

 

Ainda procuro…

Dia e noite, eu juro

Ainda procuro

Ainda te amo.

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A fusão

Quando começamos a fazer as perguntas necessárias, começam a aparecer as derradeiras respostas.

Como me achar ao me deparar com você em mim? Encontrarei-me em você?

Sim. É assim no amor. E vice-versa. Se atraem aqueles que procuram as mesmas coisas. Se completam em suas necessidades. Fundem-se. Não confundem-se. Transcendem.

O amor é isso e muito mais, ao ponto da razão não ser capaz de explicar que nele não há razão, pois ao mesmo tempo há!

Sendo assim, não o defina como quimera. Se não fosse para ser, já era. Aceite e aproveite se for capaz de desfrutar do que não sabia que poderia existir.

O amor é assim… Descacetante!

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