Heróis e Traidores da Nação – Parte II

A lista abaixo mostra como votaram os Deputados Federais no dia 17/04/2016, na votação que decidiu pela abertura de processo de impeachment contra a Presidente Dilma. A lista anterior, Heróis e Traidores da Nação – Parte I, refere-se aos Deputados Federais que votaram contra o parecer favorável à abertura do processo de impeachment.

Placar da votação

  • 367 votos a favor do impeachment;
  • 137 votos contrário ao impedimento;
  • 7 abstenções;
  • 2 ausências.

Cabe ressaltar que abstenções e ausências contaram a favor do governo (o mesmo que um NÃO). No caso específico das ausências, a da Dep. Clarissa Garotinho (PR-RJ), não compareceu por estar no oitavo mês de gravidez. Já no caso do Dep. Aníbal Gomes (PMDB-CE), o mesmo se encontrava internado após uma cirurgia de coluna.

Segue a lista de como votaram os deputados, ou seja, a lista daqueles que NUNCA MAIS MERECEM UM VOTO SEQUER DA POPULAÇÃO CASO TENHAM VOTADO NÃO (contra o impeachment). Cometaram suicídio político no dia de 17/04/2016.

Roraima (RR)

  • Abel Mesquita Jr. (DEM) – SIM
  • Carlos Andrade (PHS) – SIM
  • Edio Lopes (PR) – NÃO
  • Hiran Gonçalves (PP) – SIM
  • Jhonatan de Jesus (PRB) – SIM
  • Maria Helena (PSB) – SIM
  • Remídio Monai (PR) – SIM
  • Shéridan (PSDB) – SIM

Rio Grande do Sul (RS)

  • Afonso Hamm (PP) – SIM
  • Afonso Motta (PDT) – NÃO
  • Alceu Moreira (PMDB) – SIM
  • Bohn Gass (PT) – NÃO
  • Carlos Gomes (PRB) – SIM
  • Covatti Filho (PP) – SIM
  • Danrlei de Deus Hinterholz (PSD) – SIM
  • Darcísio Perondi (PMDB) – SIM
  • Giovani Cherini (PDT) – SIM
  • Heitor Schuch (PSB) – SIM
  • Henrique Fontana (PT) – NÃO
  • Jerônimo Goergen (PP) – SIM
  • João Derly (REDE) – SIM
  • José Fogaça (PMDB) – SIM
  • José Otávio Germano (PP) – SIM
  • Jose Stédile (PSB) – SIM
  • Luis Carlos Heinze (PP) – SIM
  • Luiz Carlos Busato (PTB) – SIM
  • Marco Maia (PT) – NÃO
  • Marcon (PT) – NÃO
  • Maria do Rosário (PT) – NÃO
  • Mauro Pereira (PMDB) – SIM
  • Nelson Marchezan Junior (PSDB) – SIM
  • Onyx Lorenzoni (DEM) – SIM
  • Osmar Terra (PMDB) – SIM
  • Paulo Pimenta (PT) – NÃO
  • Pepe Vargas (PT) – NÃO
  • Pompeo de Mattos (PDT) – ABSTENÇÃO
  • Renato Molling (PP) – SIM
  • Ronaldo Nogueira (PTB) – SIM
  • Sérgio Moraes (PTB) – SIM

Santa Catarina (SC)

  • Carmen Zanotto (PPS) – SIM
  • Celso Maldaner (PMDB) – SIM
  • Cesar Souza (PSD) – SIM
  • Décio Lima (PT) – NÃO
  • Esperidião Amin (PP) – SIM
  • Geovania de Sá (PSDB) – SIM
  • João Paulo Kleinübing (PSD) – SIM
  • João Rodrigues (PSD) – SIM
  • Jorge Boeira (PP) – SIM
  • Jorginho Mello (PR) – SIM
  • Marco Tebaldi (PSDB) – SIM
  • Mauro Mariani (PMDB) – SIM
  • Pedro Uczai (PT) – NÃO
  • Rogério Peninha Mendonça (PMDB) – SIM
  • Ronaldo Benedet (PMDB) – SIM
  • Valdir Colatto (PMDB) – SIM

Amapá (AP)

  • André Abdon (PP) – SIM
  • Cabuçu Borges (PMDB) – SIM
  • Janete Capiberibe (PSB) – NÃO
  • Jozi Araújo (PTN) – NÃO
  • Marcos Reategui (PSD) – SIM
  • Professora Marcivania (PCdoB) – NÃO
  • Roberto Góes (PDT) – NÃO
  • Vinicius Gurgel (PR) – ABSTENÇÃO

Pará (PA)

  • Arnaldo Jordy (PPS) – SIM
  • Beto Faro (PT) – NÃO
  • Beto Salame (PP) – ABSTENÇÃO
  • Delegado Éder Mauro (PSD) – SIM
  • Edmilson Rodrigues (PSO) – NÃO
  • Elcione Barbalho (PMDB) – NÃO
  • Francisco Chapadinha (PTN) – SIM
  • Hélio Leite (DEM) – SIM
  • Joaquim Passarinho (PSD) – SIM
  • José Priante (PMDB) – SIM
  • Josué Bengtson (PTB) – SIM
  • Júlia Marinho (PSC) – SIM
  • Lúcio Vale (PR) – NÃO
  • Nilson Pinto (PSDB) – SIM
  • Simone Morgado (PMDB) – NÃO
  • Wladimir Costa (SD) – SIM
  • Zé Geraldo (PT) – NÃO

Paraná (PR)

  • Alex Canziani (PTB) – SIM
  • Alfredo Kaefer (PSL) – SIM
  • Aliel Machado (REDE) – NÃO
  • Assis do Couto (PDT) – NÃO
  • Christiane de Souza Yared (PR) – SIM
  • Diego Garcia (PHS) – SIM
  • Dilceu Sperafico (PP) – SIM
  • Enio Verri (PT) – NÃO
  • Evandro Roman (PSD) – SIM
  • Fernando Francischini (SD) – SIM
  • Giacobo (PR) – SIM
  • Hermes Parcianello (PMDB) – SIM
  • João Arruda (PMDB) – SIM
  • Leandre (PV) – SIM
  • Leopoldo Meyer (PSB) – SIM
  • Luciano Ducci (PSB) – SIM
  • Luiz Carlos Hauly (PSDB) – SIM
  • Luiz Nishimori (PR) – SIM
  • Marcelo Belinati (PP) – SIM
  • Nelson Meurer (PP) – SIM
  • Nelson Padovani (PSDB) – SIM
  • Osmar Serraglio (PMDB) – SIM
  • Paulo Martins (PSDB) – SIM
  • Ricardo Barros (PP) – SIM
  • Rubens Bueno (PPS) – SIM
  • Sandro Alex (PSD) – SIM
  • Sergio Souza (PMDB) – SIM
  • Takayama (PSC) – SIM
  • Toninho Wandscheer (PROS) – SIM
  • Zeca Dirceu (PT) – NÃO

Mato Grosso do Sul 

  • Carlos Marun (PMDB) – SIM
  • Dagoberto (PDT) – NÃO
  • Elizeu Dionizio (PSDB) – SIM
  • Geraldo Resende (PSDB) – SIM
  • Mandetta (DEM) – SIM
  • Tereza Cristina (PSB) – SIM
  • Vander Loubet (PT) – NÃO
  • Zeca do PT (PT) – NÃO

Amazonas (AM)

  • Alfredo Nascimento (PR) – SIM
  • Arthur Virgílio Bisneto (PSDB) – SIM
  • Átila Lins (PSD) – SIM
  • Conceição Sampaio (PP) – SIM
  • Hissa Abrahão (PDT) – SIM
  • Marcos Rotta (PMDB) – SIM
  • Pauderney Avelino (DEM) – SIM
  • Silas Câmara (PRB) – SIM

Rondônia (RO)

  • Expedito Netto (PSD) – SIM
  • Lindomar Garçon (PRB) – SIM
  • Lucio Mosquini (PMDB) – SIM
  • Luiz Cláudio (PR) – SIM
  • Marcos Rogério (DEM) – SIM
  • Mariana Carvalho (PSDB) – SIM
  • Marinha Raupp (PMDB) – SIM
  • Nilton Capixaba (PTB) – SIM

Goiás (GO)

  • Alexandre Baldy (PTN) – SIM
  • Célio Silveira (PSDB) – SIM
  • Daniel Vilela (PMDB) – SIM
  • Delegado Waldir (PR) – SIM
  • Fábio Sousa (PSDB) – SIM
  • Flávia Morais (PDT) – SIM
  • Giuseppe Vecci (PSDB) – SIM
  • Heuler Cruvinel (PSD) – SIM
  • João Campos (PRB) – SIM
  • Jovair Arantes (PTB) – SIM
  • Lucas Vergilio (SD) – SIM
  • Magda Mofatto (PR) – SIM
  • Marcos Abrão (PPS) – SIM
  • Pedro Chaves (PMDB) – SIM
  • Roberto Balestra (PP) – SIM
  • Rubens Otoni (PT) – NÃO
  • Thiago Peixoto (PSD) – SIM

Distrito Federal (DF)

  • Alberto Fraga (DEM) – SIM
  • Augusto Carvalho (SD) – SIM
  • Erika Kokay (PT) – NÃO
  • Izalci (PSDB) – SIM
  • Laerte Bessa (PR) – SIM
  • Rogério Rosso (PSD) – SIM
  • Ronaldo Fonseca (PROS) – SIM
  • Rôney Nemer (PP) – SIM
Acre (AC)
  • Alan Rick (PRB) – SIM
  • Angelim (PT) – NÃO
  • César Messias (PSB) – NÃO
  • Flaviano Melo (PMDB) – SIM
  • Jéssica Sales (PMDB) – SIM
  • Leo de Brito (PT) – NÃO
  • Rocha (PSDB) – SIM
  • Sibá Machado (PT) – NÃO

Tocantins (TO)

  • Carlos Henrique Gaguim (PTN) – SIM
  • César Halum (PR) – SIM
  • Dulce Miranda (PMDB) – SIM
  • Irajá Abreu (PSD) – NÃO
  • Josi Nunes (PMDB) – SIM
  • Lázaro Botelho (PP) – SIM
  • Professora Dorinha (DEM) – SIM
  • Vicentinho Júnior (PR) – NÃO

Mato Grosso (MT)

  • Adilton Sachetti (PSB) – SIM
  • Carlos Bezerra (PMDB) – SIM
  • Fabio Garcia (PSB) – SIM
  • Nilson Leitão (PSDB) – SIM
  • Professor Victório Galli (PSC) – SIM
  • Ságuas Moraes (PT) – NÃO
  • Tampinha (PSD) – SIM
  • Valtenir Pereira (PMDB) – NÃO

São Paulo (SP)

  • Alex Manente (PPS) – SIM
  • Alexandre Leite (DEM) – SIM
  • Ana Perugini (PT) – NÃO
  • Andres Sanchez (PT) – NÃO
  • Antonio Bulhões (PRB) – SIM
  • Arlindo Chinaglia (PT) – NÃO
  • Arnaldo Faria de Sá (PTB) – SIM
  • Arnaldo Jardim (PPS) – SIM
  • Baleia Rossi (PMDB) – SIM
  • Beto Mansur (PRB) – SIM
  • Bruna Furlan (PSDB) – SIM
  • Bruno Covas (PSDB) – SIM
  • Capitão Augusto (PR) – SIM
  • Carlos Sampaio (PSDB) – SIM
  • Carlos Zarattini (PT) – NÃO
  • Celso Russomanno (PRB) – SIM
  • Dr. Sinval Malheiros (PTN) – SIM
  • Duarte Nogueira (PSDB) – SIM
  • Edinho Araújo (PMDB) – SIM
  • Eduardo Bolsonaro (PSC) – SIM
  • Eduardo Cury (PSD) – SIM
  • Eli Corrêa Filho (DEM) – SIM
  • Evandro Gussi (PV) – SIM
  • Fausto Pinato (PP) – SIM
  • Flavinho (PSB) – SIM
  • Floriano Pesaro (PSDB) – SIM
  • Gilberto Nascimento (PSC) – SIM
  • Goulart (PSD) – SIM
  • Guilherme Mussi (PP) – SIM
  • Herculano Passos (PSD) – SIM
  • Ivan Valente (PSOL) – NÃO
  • Jefferson Campos (PSD) – SIM
  • João Paulo Papa (PSDB) – SIM
  • Jorge Tadeu Mudalen (DEM) – SIM
  • José Mentor (PT) – NÃO
  • Keiko Ota (PSB) – SIM
  • Luiz Lauro Filho (PSB) – SIM
  • Luiza Erundina (PSOL) – NÃO
  • Major Olimpio (SD) – SIM
  • Mara Gabrilli (PSDB) – SIM
  • Marcelo Squassoni (PRB) – SIM
  • Marcio Alvino (PR) – SIM
  • Miguel Haddad (PSDB) – SIM
  • Miguel Lombardi (PR) – SIM
  • Milton Monti (PR) – SIM
  • Missionário José Olimpio (DEM) – SIM
  • Nelson Marquezelli (PTB) – SIM
  • Nilto Tatto (PT) – NÃO
  • Orlando Silva (PCdoB) – NÃO
  • Paulo Freire (PR) – SIM
  • Paulo Maluf (PP) – SIM
  • Paulo Pereira da Silva (SD) – SIM
  • Paulo Teixeira (PT) – NÃO
  • Pr. Marco Feliciano (PSC) – SIM
  • Renata Abreu (PTN) – SIM
  • Ricardo Izar (PP) – SIM
  • Ricardo Tripoli (PSDB) – SIM
  • Roberto Alves (PRB) – SIM
  • Roberto de Lucena (PV) – SIM
  • Rodrigo Garcia (DEM) – SIM
  • Samuel Moreira (PSDB) – SIM
  • Sérgio Reis (PRB) – SIM
  • Silvio Torres (PSDB) – SIM
  • Tiririca (PR) – SIM
  • Valmir Prascidelli (PT) – NÃO
  • Vanderlei Macris (PSDB) – SIM
  • Vicente Candido (PT) – NÃO
  • Vicentinho (PT) – NÃO
  • Vinicius Carvalho (PRB) – SIM
  • Vitor Lippi (PSDB) – SIM

Maranhão (MA)

  • Alberto Filho (PMDB) – SIM
  • Aluisio Mendes (PTN) – NÃO
  • André Fufuca (PP) – SIM
  • Cleber Verde (PRB) – SIM
  • Eliziane Gama (PPS) – SIM
  • Hildo Rocha (PMDB) – SIM
  • João Castelo (PSDB) – SIM
  • João Marcelo Souza (PMDB) – NÃO
  • José Reinaldo (PSB) – SIM
  • Junior Marreca (PEN) – NÃO
  • Juscelino Filho (DEM) – SIM
  • Pedro Fernandes (PTB) – NÃO
  • Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – NÃO
  • Sarney Filho (PV) – SIM
  • Victor Mendes (PSD) – SIM
  • Waldir Maranhão (PP) – NÃO
  • Weverton Rocha (PDT) – NÃO
  • Zé Carlos (PT) – NÃO

Ceará (CE)

  • Adail Carneiro (PP) – SIM
  • Aníbal Gomes (PMDB) – AUSÊNCIA
  • Ariosto Holanda (PDT) – NÃO
  • Arnon Bezerra (PTB) – NÃO
  • Cabo Sabino (PR) – SIM
  • Chico Lopes (PCdoB) – NÃO
  • Danilo Forte (PSB) – SIM
  • Domingos Neto (PSD) – NÃO
  • Genecias Noronha (SD) – SIM
  • Gorete Pereira (PR) – ABSTENÇÃO
  • José Airton Cirilo (PT) – NÃO
  • José Guimarães (PT) – NÃO
  • Leônidas Cristino (PDT) – NÃO
  • Luizianne Lins (PT) – NÃO
  • Macedo (PP) – NÃO
  • Moroni Torgan (DEM) – SIM
  • Moses Rodrigues (PMDB) – SIM
  • Odorico Monteiro (PROS) – NÃO
  • Raimundo Gomes de Matos (PSDB) – SIM
  • Ronaldo Martins (PRB) – SIM
  • Vicente Arruda (PDT) – NÃO
  • Vitor Valim (PMDB) – SIM

Rio de Janeiro (RJ) 

  • Alessandro Molon (REDE) – NÃO
  • Alexandre Serfiotis (PMDB) – SIM
  • Alexandre Valle (PR) – SIM
  • Altineu Côrtes (PMDB) – SIM
  • Arolde de Oliveira (PSC) – SIM
  • Aureo (SD) – SIM
  • Benedita da Silva (PT) – NÃO
  • Cabo Daciolo (PTdo) – SIM
  • Celso Pansera (PMDB) – NÃO
  • Chico Alencar (PSO) – NÃO
  • Chico D’angelo (PT) – NÃO
  • Clarissa Garotinho (PR) – AUSÊNCIA
  • Cristiane Brasil (PTB) – SIM
  • Deley (PTB) – SIM
  • Dr. João (PR) – SIM
  • Eduardo Cunha (PMDB) – SIM
  • Ezequiel Teixeira (PTN) – SIM
  • Felipe Bornier (PROS) – SIM
  • Fernando Jordão (PMDB) – SIM
  • Francisco Floriano (DEM) – SIM
  • Glauber Braga (PSOL) – NÃO
  • Hugo Leal (PSB) – SIM
  • Indio da Costa (PSD) – SIM
  • Jair Bolsonaro (PSC) – SIM
  • Jandira Feghali (PCdoB) – NÃO
  • Jean Wyllys (PSOL) – NÃO
  • Julio Lopes (PP) – SIM
  • Leonardo Picciani (PMDB) – NÃO
  • Luiz Carlos Ramos (PTN) – SIM
  • Luiz Sérgio (PT) – NÃO
  • Marcelo Matos (PHS) – SIM
  • Marco Antônio Cabral (PMDB) – SIM
  • Marcos Soares (DEM) – SIM
  • Miro Teixeira (REDE) – SIM
  • Otavio Leite (PSDB) – SIM
  • Paulo Feijó (PR) – SIM
  • Pedro Paulo (PMDB) – SIM
  • Roberto Sales (PRB) – SIM
  • Rodrigo Maia (DEM) – SIM
  • Rosangela Gomes (PRB) – SIM
  • Sergio Zveiter (PMDB) – SIM
  • Simão Sessim (PP) – SIM
  • Soraya Santos (PMDB) – SIM
  • Sóstenes Cavalcante (DEM) – SIM
  • Wadih Damous (PT) – NÃO
  • Washington Reis (PMDB) – SIM

Espírito Santo (ES)

  • Carlos Manato (SD) – SIM
  • Dr. Jorge Silva (PHS) – SIM
  • Evair de Melo (PV) – SIM
  • Givaldo Vieira (PT) – NÃO
  • Helder Salomão (PT)  – NÃO
  • Lelo Coimbra (PMDB) – SIM
  • Marcus Vicente (PP) – SIM
  • Max Filho (PSDB) – SIM
  • Paulo Foletto (PSB) – SIM
  • Sergio Vidigal (PDT) – SIM

Piauí (PI)

  • Assis Carvalho (PT) – NÃO
  • Átila Lira (PSB) – SIM
  • Capitão Fábio Abreu (PTB) – NÃO
  • Heráclito Fortes (PSB) – SIM
  • Iracema Portella (PP) – SIM
  • Júlio Cesar (PSD) – SIM
  • Marcelo Castro (PMDB) – NÃO
  • Paes Landim (PTB) – NÃO
  • Rejane Dias (PT) – NÃO
  • Rodrigo Martins (PSB) – SIM

Rio Grande do Norte (RN)

  • Antônio Jácome (PTN) – SIM
  • Beto Rosado (PP) – SIM
  • Fábio Faria (PSD) – SIM
  • Felipe Maia (DEM) – SIM
  • Rafael Motta (PSB) – SIM
  • Rogério Marinho (PSDB) – SIM
  • Walter Alves (PMDB) – SIM
  • Zenaide Maia (PR) – NÃO

Minas Gerais (MG)

  • Adelmo Carneiro Leão (PT) – NÃO
  • Aelton Freitas (PR) – NÃO
  • Bilac Pinto (PR)- SIM
  • Bonifácio de Andrada (PSDB) – SIM
  • Brunny (PR) – NÃO
  • Caio Narcio (PSDB) – SIM
  • Carlos Melles (DEM) – SIM
  • Dâmina Pereira (PSL) – SIM
  • Delegado Edson Moreira (PR) – SIM
  • Diego Andrade (PSD) – SIM
  • Dimas Fabiano (PP) – SIM
  • Domingos Sávio (PSDB) – SIM
  • Eduardo Barbosa (PSDB) – SIM
  • Eros Biondini (PROS) – SIM
  • Fábio Ramalho (PMDB) – SIM
  • Franklin Lima (PP) – SIM
  • Gabriel Guimarães (PT) – NÃO
  • George Hilton (PROS) – NÃO
  • Jaime Martins (PSD) – SIM
  • Jô Moraes (PCdoB) – NÃO
  • Júlio Delgado (PSB) – SIM
  • Laudivio Carvalho (SD) – SIM
  • Leonardo Monteiro (PT) – NÃO
  • Leonardo Quintão (PMDB) – SIM
  • Lincoln Portela (PRB) – SIM
  • Luis Tibé (PTdoB) – SIM
  • Luiz Fernando Faria (PP) – SIM
  • Marcelo Álvaro Antônio (PR) – SIM
  • Marcelo Aro (PHS) – SIM
  • Marcos Montes (PSD) – SIM
  • Marcus Pestana (PSDB) – SIM
  • Margarida Salomão (PT) – NÃO
  • Mário Heringer (PDT) – SIM
  • Mauro Lopes (PMDB) – SIM
  • Miguel Corrêa (PT) – NÃO
  • Misael Varella (DEM) – SIM
  • Newton Cardoso Jr (PMDB) – SIM
  • Odelmo Leão (PP) – SIM
  • Padre João (PT) – NÃO
  • Patrus Ananias (PT) – NÃO
  • Paulo Abi-ackel (PSDB) – SIM
  • Raquel Muniz (PSD) – SIM
  • Reginaldo Lopes (PT) – NÃO
  • Renzo Braz (PP) – SIM
  • Rodrigo de Castro (PSDB) – SIM
  • Rodrigo Pacheco (PMDB) – SIM
  • Saraiva Felipe (PMDB) – SIM
  • Stefano Aguiar (PSD) – SIM
  • Subtenente Gonzaga (PDT) – SIM
  • Tenente Lúcio (PSB) – SIM
  • Toninho Pinheiro (PP) – SIM
  • Weliton Prado (PMB) – SIM
  • Zé Silva (SD) – SIM

Bahia (BA)

  • Alfonso Florence (PT) – NÃO
  • Alice Portugal (PCdoB) – NÃO
  • Antonio Brito (PSD) – NÃO
  • Antonio Imbassahy (PSDB) – SIM
  • Arthur Oliveira Maia (PPS) – SIM
  • Bacelar (PTN) – NÃO
  • Bebeto (PSB) – NÃO
  • Benito Gama (PTB) – SIM
  • Cacá Leão (PP) – ABSTENÇÃO
  • Caetano (PT) – NÃO
  • Claudio Cajado (DEM) – SIM
  • Daniel Almeida (PCdoB) – NÃO
  • Davidson Magalhães (PCdoB) – NÃO
  • Elmar Nascimento (DEM) – SIM
  • Erivelton Santana (PEN) – SIM
  • Félix Mendonça Júnior (PDT) – NÃO
  • Fernando Torres (PSD) – NÃO
  • Irmão Lazaro (PSC) – SIM
  • João Carlos Bacelar (PR) – NÃO
  • João Gualberto (PSDB) – SIM
  • Jorge Solla (PT) – NÃO
  • José Carlos Aleluia (DEM) – SIM
  • José Carlos Araújo (PR) – NÃO
  • José Nunes (PSD) – NÃO
  • José Rocha (PR) – NÃO
  • Jutahy Junior (PSDB) – SIM
  • Lucio Vieira Lima (PMDB) – SIM
  • Márcio Marinho (PRB) – SIM
  • Mário Negromonte Jr. (PP) – ABSTENÇÃO
  • Moema Gramacho (PT) – NÃO
  • Paulo Azi (DEM) – SIM
  • Paulo Magalhães (PSD) – NÃO
  • Roberto Britto (PP) – NÃO
  • Ronaldo Carletto (PP) – NÃO
  • Sérgio Brito (PSD) – NÃO
  • Tia Eron (PRB) – SIM
  • Uldurico Junior (PV) – SIM
  • Valmir Assunção (PT) – NÃO
  • Waldenor Pereira (PT) – NÃO

Paraíba (PB)

  • Aguinaldo Ribeiro (PP) – SIM
  • Benjamin Maranhão (SD) – SIM
  • Damião Feliciano (PDT) – NÃO
  • Efraim Filho (DEM) – SIM
  • Hugo Motta (PMDB) – SIM
  • Luiz Couto (PT) – NÃO
  • Manoel Junior (PMDB) – SIM
  • Pedro Cunha Lima (PSDB PB) – SIM
  • Rômulo Gouveia (PSD) – SIM
  • Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) – SIM
  • Wellington Roberto (PR) – NÃO
  • Wilson Filho (PTB) – SIM

Pernambuco (PE)

  • Adalberto Cavalcanti (PTB) – NÃO
  • Anderson Ferreira (PR) – SIM
  • André de Paula (PSD) – SIM
  • Augusto Coutinho (SD) – SIM
  • Betinho Gomes (PSDB) – SIM
  • Bruno Araújo (PSDB) – SIM
  • Daniel Coelho (PSDB) – SIM
  • Danilo Cabral (PSB) – SIM
  • Eduardo da Fonte (PP) – SIM
  • Fernando Coelho Filho (PSB) – SIM
  • Gonzaga Patriota (PSB) – SIM
  • Jarbas Vasconcelos (PMDB) – SIM
  • João Fernando Coutinho (PSB) – SIM
  • Jorge Côrte Real (PTB) – SIM
  • Kaio Maniçoba (PMDB) – SIM
  • Luciana Santos (PCdoB) – NÃO
  • Marinaldo Rosendo (PSB) – SIM
  • Mendonça Filho (DEM) – SIM
  • Pastor Eurico (PHS) – SIM
  • Ricardo Teobaldo (PTN) – NÃO
  • Sebastião Oliveira (PR) – ABSTENÇÃO
  • Silvio Costa PTdoB – NÃO
  • Tadeu Alencar (PSB) – SIM
  • Wolney Queiroz PDT – NÃO
  • Zeca Cavalcanti PTB – NÃO

Sergipe

  • Adelson Barreto (PR) – SIM
  • Andre Moura (PSC) – SIM
  • Fábio Mitidieri (PSD) – NÃO
  • Fabio Reis (PMDB) – SIM
  • João Daniel (PT) – NÃO
  • Jony Marcos (PRB) – SIM
  • Laercio Oliveira (SD) – SIM
  • Valadares Filho (PSB) – SIM

Alagoas

  • Arthur Lira (PP) – SIM
  • Cícero Almeida (PMDB) – SIM
  • Givaldo Carimbão (PHS) – NÃO
  • JHC (PSB) – SIM
  • Marx Beltrão (PMDB) – SIM
  • Maurício Quintella Lessa (PR) – SIM
  • Paulão (PT) – NÃO
  • Pedro Vilela (PSDB) – SIM
  • Ronaldo Lessa (PDT) – NÃO

AGREDECIMENTOS ESPECIAIS A TODOS OS DEPUTADOS QUE HONRARAM OS SEUS MANDATOS EM FAVOR DO POVO BRASILEIRO!!! VOCÊS ME REPRESENTAM!!!

protestos-impeachment-2015-4.jpg

Um retrato do STF

Um ministro que se nega a dar explicações, e que anuncia que não há espaço para recurso antes mesmo de tomar conhecimento dele.

Lewandowski: VERGONHA!

http://g1.globo.com/politica/processo-de-impeachment-de-dilma/noticia/2015/12/decisao-do-stf-sobre-impeachment-nao-gera-duvidas-diz-lewandowski.html

http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/cultura/o-cinismo-de-lewandowski-sobre-o-voto-de-barroso/

bandeirarasgada

Por que o PT precisa ir embora?

Com as pessoas sentindo no bolso o resultado de 13 anos de governo petista, finalmente vejo algum tipo de movimentação nas redes sociais em se tratando do impeachment da Dilma e do afastamento, quiçá definitivo, do PT como um todo da política nacional.

Precisou doer no bolso, não é mesmo? Desde 2005 pelo menos, quando começaram a surgir os esquemas relacionados ao PT, tento convencer as pessoas de que a situação não poderia terminar de forma diferente. Desde então sou chamado de derrotista, pessimista, tucano, posteriormente de coxinha, etc. pelo simples fato de tentar alertar as pessoas sobre os problemas que estamos vivendo agora.

Não, não sou médium. As evidências sempre estiveram à disposição de todos. São fatos reais dos quais não se pode escapar. De 2008 em diante, frente a crise que Lula carinhosamente apelidou de marolinha, o governo petista vem sistematicamente destruindo tudo que foi conquistado pelos governos anteriores, independentemende de partido. O objetivo? Permanecer no poder e nada mais. O PT não governa e nem nunca governou pelos brasileiros. Governa e sempre governou em benefício próprio. Espero que isso esteja claro para todos. O seu futuro está garantido? O dos petistas está.

As notícias sobre os escândalos e sobre o mau uso da coisa pública nunca foram escondidos de ninguém. Bastava olhar algum noticiário sem ser da Rede Globo, emissora oficial do PT, para perceber que muita coisa não estava certa. Muita coisa mesmo! Não só no lado econômico (sim, esse que você está sentindo no seu bolso agora) para ser bem claro. Viramos motivo de chacota internacional (“anão diplomático”), mantemos relações com governos que alimentam nosso país com drogas e armas, e que de fato são ditaduras reconhecidas como democracias apenas pelo governo petista… Para se ter uma remota idéia do fundo do poço em que chegamos, nosso governo chegou ao ponto de propor um diálogo com o Estado Islâmico! Simplesmente patético! Esse post seria gigante se todos os absurdos cometidos pelo governo petista fossem aqui listados.

E talvez você já esteja se perguntando o que isso tudo tem a ver com a economia de nosso país. Se você não sabe, Economia não é uma ciência exata. É uma ciência humana justamente por conta da influência das expectativas dos agentes econômicos (eu, você, o padeiro, o juiz, o funcionário do zoológico que virou um mega empresário, enfim, aqueles que ofertam e demandam bens e serviços), tanto em nível nacional como em nível internacional. Será que alguém realmente acha que uma senhora que não consegue falar uma frase que faça sentido pode governar um país sério? Será que alguém acha que a mulher que ajudou a afundar a empresa que já foi a maior da América Latina (Petrobrás) é capaz de governar um país? É evidente que não. Junte-se  esse parágrafo com o parágrafo anterior e pronto: o Brasil passa por uma crise de credibilidade. Já imaginaram como os investidores internacionais nos vêem? Prefiro não usar adjetivos aqui. Serão bastante ofensivos.

Não há outra saída possível! O mercado reagiu bem à possibilidade de Dilma e o PT sairem do governo. Se essa senhora tivesse o mínimo de dignidade e se o PT fosse um partido sério, a renúncia seria uma realidade. Só que como petista é uma praga, o PT irá parasitar até o último minuto possível, e que se dane o Brasil. Que se danem os brasileiros.

E para os desavisados, quero deixar algo claro: SIM, EU ACREDITO QUE MUDAR O NOME DOS LADRÕES NA PRESIDÊNCIA ATRAVÉS DE UM PROCESSO DE IMPEACHMENT É BENÉFICO PARA O PAÍS. Se você é simplista ao ponto de achar que todos são iguais, permita que, democraticamente, haja um rodízio de quem está roubando! Porque a questão não é mais se Cunha tem moral, se Aécio tem moral, ou mesmo se algum político do Brasil tem moral. A questão é que o PT institucionalizou em níveis sem precedentes a corrupção e a incompetência no Brasil. Transoformou o estado brasileiro na parte do lixo que não pode sequer ser reciclada. Regredimos. Pioramos. Somos de fato e de direito uma República das Bananas!

Por isso, mais do que nunca: FORA DILMA, FORA LULA, FORA PT!

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Impeachment de Dilma – É por aí !

Peço uma pausa no ”mimimi” para alguns esclarecimentos:

1) Quem apóia o impeachment de Dilma (<ô/) não vai ficar ofendido se você falar mal de Eduardo Cunha. Quer ajuda? Eu falo também:
Bandido, corrupto, feio, chato e bobo, asqueroso, mentiroso…

2) O fato de Eduardo Cunha ser “do mal” não torna Dilma  automaticamente “do bem”.

3) Não se trata de indignação seletiva. Cunha vai cair, é só questão de tempo. Ele não tem mais como se explicar. Mas Dilma precisa de um empurrãozinho a mais pra largar o osso, o que ainda não é garantia que aconteça.

4) Vi um argumento ótimo agora há pouco. É o seguinte: Se um traficante ligar para policia pra avisar que a vizinha está sendo estuprada, a denúncia é inválida? A vizinha, no caso é o Brasil, e o traficante, Eduardo Cunha. Adivinha quem é o estuprador? Pois é, estupradores não passarão.

5) Também achamos péssimo que o processo fosse aberto depois de uma chantagem, mas as opções eram: isso ou nada.

6) Não tem golpe nenhum. Parem de repetir clichê bobo. Impeachment foi feito pra tirar presidentes eleitos pela maioria mesmo. Isso é democracia. Se não pudesse tirar é que seria ditadura. Até porque, o governo dela é reprovado por quase 90% da população brasileira.

7) Nós sabemos que não é Aécio que vai assumir, aliás sinto informar que não somos apaixonados por ele. Então podem falar mal à vontade.

8) Não precisam mais me mandar pra Miami. Já podem mandar para Argentina que é mais perto. Pra variar, eles acordaram antes da gente.
‪#‎Cambiemos‬

Por enquanto é só, podem voltar a chorar.

(autoria desconhecida) –> Favor informar se você for ou souber quem é o autor deste texto! Poupou-me de muito trabalho! 🙂

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Dilma e Eduardo Cunha

“Há inúmeras provas contra você apontando seus crimes, mas eu tenho o poder de deixar ou não essas provas se transformarem em um processo, que pode culminar na perda do seu mandato, além ações cíveis e até mesmo penais.

O mesmo é verdadeiro para você. Há inúmeras provas contra mim apontando meus crimes, mas você tem o poder de deixar ou não essas provas se transformarem em um processo, que pode culminar na perda do meu mandato, além ações cíveis e até mesmo penais.

Então, você segura a peteca do seu lado e eu seguro do meu. Juntos, não caímos. Separados, caímos os dois.”

O texto acima representa acordos feitos entre facções criminosas e bandidos de todas as espécies. Entretanto, HOJE É ESSA A SITUAÇÃO DO BRASIL. De um lado, no Poder Executivo, a presidente Dilma. De outro, no Poder Legislativo, o deputado federal Eduardo Cunha. A barganha do Eduardo Cunha, obviamente, não se materializa apenas na presidente Dilma. É preciso que os lacaios do PT façam o serviço sujo no Congresso Nacional. De forma análoga, o deputado federal Eduardo Cunha depende de seus cupinxas para manter estável a situação da presidente Dilma. É um “toma lá, dá cá” constante, infinito.

Não se faz mais nada no Brasil além disso. O Brasil está parado, falando de maneira simplista, por conta da presidente Dilma e do deputado federal Eduardo Cunha. Enquanto eles decidem seus próprios destinos, o país agoniza e sangra o sangue que já nem tem e chora as lágrimas que já não possui.

Mas isso não é tudo. A Operação Lava-Jato, a Operação Zelotes e tantas outras que já foram criadas e/ou ainda serão criadas, expõe em detalhes os intestinos dessa máfia que se apoderou do Brasil desde o primeiro mandato do ex-presidente Lula.

É fato notório que a corrupção não foi inventada pelo PT. Entretanto, o PT a institucionalizou. E o fez ao ponto de até restaurantes dentro do Congresso Nacional serem objeto de propina. Quem não se lembra do Mensalinho?

Ora, brasileiros! Se isso acontece em nível federal, é mais do que óbvio e ululante que se replica, dadas as devidas proporções, nos níveis estaduais e municipais! Enquanto escrevo, acordos são fechados, propinas são distribuídas, brasileiros matam e morrem, quer seja como vítimas ou bandidos, em uma bola de neve gigante que por fim se chocará contra o próprio Brasil, destruindo-o.

E nós, apáticos, estáticos, hipnotizados, assistimos a tudo isso como se fosse uma novela, de onde não somos protagonistas e muito menos temos o direito de alterar seu roteiro.

Não! Mil vezes não! Libertem-se dos grilhões que os mantém presos! Esqueçam ideologias, partidos, políticos, etc. Se somos brasileiros e não desistimos nunca, como podemos deixar que o nosso futuro seja decidido por piranhas gulosas e graúdas, que já não se preocupam nem mais em esconder dos brasileiros a sua hipocrisia, a sua empáfia, e o seu desprezo extremo pelo Brasil? Enquanto eles brincam de mocinho e bandido, de situação e oposição, de direita e de esqurda, é o nosso futuro que se esvai para que o deles seja garantido.

No fundo, somos nós contra eles ou eles contra nós. Tanto faz! ESTAMOS EM GUERRA! Parece óbvio, mas poucos conseguem ver isso com clareza. Os nossos “donos” se encarregaram de gerar, através de todos os meios de comunicação disponíveis, figuras nefastas que nos fazem acreditar que os problemas do Brasil são a homofobia, o racismo, a intolerância religiosa, o machismo, etc. E enquanto discutimos o direitos e até mesmo os deveres do que é intrinsecamente privado, ignoramos o que é público, o que é nosso. E ignoramos ao ponto de não sabermos que é nosso dever, nossa obrigação cuidar do que é público, porque está nele o nosso futuro, o futuro do Brasil.

Lembro-me bem quando me diziam que há 3 coisas que não se discutem: futebol, religião e política. Chegou o momento de entendermos que falar sobre política é falar sobre nós mesmos. Entender o que acontece em todos os níveis do governo não é algo opcional, mas uma obrigação nossa para com nós mesmos, para com o Brasil.

Chegou o momento de invocarmos, em nome de tudo que nos é mais importante e sagrado, o nosso instinto enquanto “animais políticos”. Vamos discutir, vamos entender, vamos discordar, vamos concordar… Simplesmente vamos! Ainda há tempo de ir.

Que Dilmas e Cunhas não nos deixem esquecer que o Brasil tem dono: ele é NOSSO.