Vim trazer verdades 43

Antes de mais nada, é importante entender o que é “ghosting”.

Ghosting é um termo usado para designar o término repentino de um relacionamento sem deixar explicações, este termo vem do inglês, e é derivada da palavra ghost, que significa fantasma em português. O praticante de ghosting, some misteriosamente como se fosse um fantasma.” – Fonte: Wikipedia

E por que alguém agiria assim? Há algumas possibilidades.

– Covardia: a pessoa quer curtir a parte boa do relacionamento e na hora que deseja ir embora, por qualquer motivo que seja, não quer encarar o outro ou mesmo dar qualquer tipo de explicação. Isso é cruel e desumano, e demonstra com clareza que a pessoa não possui nenhum tipo de responsabilidade afetiva. Ninguém é obrigado a ficar com ninguém, mas quem fica precisa de um fechamento para viver o seu luto e seguir em frente. Facilita muito a vida de quem precisa seguir sem a companhia de quem se foi.

– Manipulação: há o “ghosting” temporário, também conhecido como tratamento de silêncio. Uma ferramenta de manipulação antiga e muito eficaz. Via de regra, é utilizada para punir alguém que não se comportou de acordo com o esperado. Note que o conceito de esperado nesse caso não passa por certo ou errado. É punição para quem quem ousou questionar ou se opor ao manipulador. É uma maneira imatura ou perversa de dizer que não está satisfeito com algo. Isso é feito na esperança de que a parte afetada venha pedir desculpas, na grande maioria das vezes por coisas que nunca fez. Portanto, também é uma ferramenta de controle, de adestramento.

Dito isso, fica claro que os praticantes do “ghosting” são no mínimo imaturos e no extremo manipuladores perversos.

Você não tem que lidar com o “ghosting”. Não é saudável. Não é normal. Basta levantar a cabeça e seguir adiante. Está precisando de um fechamento para poder viver o seu luto? Crie um! Não perca seu tempo com quem não merece. Sua saúde mental agradece.

Vim trazer verdades 35

Há uma mensagem poderosa por detrás da forma como as pessoas lhe tratam. Quem ama ou nutre algum tipo de sentimento positivo por você lhe respeita, não mente, não é inconsequente em seus atos e não lhe machuca intencionalmente. Toda pessoa que se coloca em uma situação em que possa lhe perder não merece a sua confiança, a sua presença e muito menos a sua atenção. Quando perceber esse tipo de padrão de comportamento em alguém, aceite como uma libertação de Deus e afaste-se.

Estado de natureza ou mau caratismo?

Não. Nem todo mundo é capaz de roubar porque está com fome. Nem todo mundo é capaz de matar porque foi traído. Nem todo mundo é capaz de agredir ou ameçar porque se viu contrariado. Nem todo mundo é capaz de mentir para conseguir o que quer ou para esconder quem realmente é. Não. Definitivamente não.

Pelo contrário. Essas generalizações são típicas de quem não sabe (ou não aceita) o que é um contrato social (leia-se Hobbes, Locke e Rousseau) e que vive em eterno “estado de natureza”*, sob a justificativa de que supostos direitos e liberdades individuais devem se sobrepor à vida em sociedade e ao bem coletivo.

A sociedade evoluiu o suficiente ao ponto de definir valores e limites (moral e ética), criando um mediador para os conflitos: o estado. Portanto, o “estado de natureza” não é mais uma opção, e a frase homo homini lupus, no seu sentido amplo de “os fins justificam os meios”, é apenas uma falácia para justificar o mau caratismo e a falta de integridade.

E assim sendo, antes das pessoas sairem por aí justificando os seus comportamentos reprováveis, inaceitáveis e inadmissíveis sob a égide das circunstâncias, convém fazer uma revisão de suas bússolas morais e éticas. Nem todo mundo é capaz de tudo. E é justamente essa linha nada tênue que separa o bem do mal, e consequentemente, os bons dos maus. Qualquer tentativa de descaracterizar esse corolário é relativismo para uso em proveito próprio.

* O estado de natureza é uma abstração teórica. Um momento anterior ao surgimento de qualquer tipo de organização social e do Estado Civil.

Vim trazer verdades 21

A pessoa que chega para você e diz que está “se sentindo muito mal com tudo que aconteceu” e sequer pergunta ou quer saber o impacto do acontecido na sua vida, NÃO ESTÁ PEDINDO PERDÃO. Quer apenas aliviar a sua consciência. “Eu tentei, mas ele/ela não quis.”

Pedir perdão é, acima de tudo, se colocar no lugar do outro. É ter empatia. É ouvir o outro. É entender que o problema causado pode ser muito maior do que parece, e isso só é possível através de uma conversa madura e aberta.

Enfim… Querer se desculpar apenas por um drama de consciência é uma atitude egoísta, egóica, que não objetiva levar alento ao outro, mas apenas a si mesmo.

Algumas dicas para um verdadeiro pedido de perdão:

1. Seja claro ao mostrar arrependimento, ou seja, deixe explícitas as sentenças “me desculpe por…”, “peço perdão por…” “eu me arrependo de…”.

2. Explique o que ocorreu de errado e detalhe como e por que cometeu a falha.

3. Reconheça o erro, assuma a responsabilidade e não tente jogar para outros os motivos do ocorrido. Diga objetivamente que é culpado pelo fato e que, sim, deveria ser mais atento e cuidadoso.

4. Reforce que foi capaz de reconhecer o erro e que está mais atento para não cometer outras falhas no futuro.

5. Você ainda terá mais chances de ser perdoado se oferecer uma reparação pelo erro e dar exemplos do que poderia fazer para reverter a situação.

6. Por fim, faça um claro pedido de perdão, sem buscar grandes frases ou palavras difíceis, e tende ser o mais objetivo possível ao perguntar “você pode me desculpar?”.

Fonte: https://www.vix.com/pt/amor/543261/aprenda-o-jeito-perfeito-de-pedir-desculpas-a-alguem-segundo-a-ciencia