Wasted Years – Iron Maiden

Não perca ainda mais do seu precioso tempo tentando recuperar o tempo perdido. Levante a cabeça, aceite o aprendizado, e siga em frente. É essa a lição dessa música.

P.S.: Iron Maiden é vida! Up the Irons!

Up the Irons!!!

Recordar é viver! 🙂

AGORA BABOU

Para quem não sabe, sou fã incondicional do Iron Maiden. Quando meus pais me levaram a em uma loja de discos pela primeira vez, eu tinha acabado de ganhar um walkman da Aiwa. Optei por comprar 2 fitas: Piece of Mind e Powserslave, que não por acaso são álbuns do Iron Maiden.

Meus pais ficaram assustados. Aquela coisa meio demoníaca na capa sendo eu aluno de um colégio de freiras… Mas de demoníaco não tinha nada. De fato, os álbuns apenas falavam do que está escrito na Bíblia (a música Relevelations, por exemplo), e o que não falta na Bíblia são menções ao “coisa ruim”. Além disso, falam de História, Mitologia, Filosofia, e de um monte de coisas que faz quem ouve as músicas expandir os seus horizontes. Iron Maiden é cultura. Simples assim.

De lá para cá, o Iron Maiden lançou muitos álbuns, Bruce Dickinson saiu e voltou…

Ver o post original 403 mais palavras

Lágrimas de um palhaço

Já reparou que costumamos julgar um produto por sua embalagem? Rostos corados, bronzeados, bonitos. Roupas novas, perfumes caríssimos, maquiagem perfeita. Relógios de grife, carros importados, celulares de última geração. Fomos ensinados a achar que as pessoas que se apresentam dessa forma são extremamente felizes.

Minha falecida avó, grande figura, sempre brincava com isso: “É melhor chorar dentro de um Mercedes do que dentro de um Fusca.” A pergunta é: será? Com certeza. Mercedes tem até aquecedor de banco para esquentar a a bunda em dias frios. Sem comparação! rs.

Deixando um pouco de lado a brincadeira, um dos fatos que mais me marcou nos últimos tempos foi o suicídio do ator Robin Williams. Uma figura de sucesso, extremamente talentosa, engraçada, rica… E terminou sua vida assim. Suicídio. Alguém esperava por isso? Tenho certeza que não. Pelo menos nós que não o conhecíamos de perto.

Então, não se iluda com sorrisos plásticos, corpos perfeitos e coisas materiais tidas como indicadores de sucesso. Por detrás de um invólucro carnal que transborda sensualidade e demonstra todos os tipos de vitórias no mundo físico, pode haver uma alma em frangalhos. Ajude sempre que for possível. Não perca a oportunidade. Tente ver sempre além das aparências. Veja com os olhos da alma. Esses são os únicos olhos que podem ver tudo.

E mais do que isso… Talvez seja essa a parte mais importante. Que você não use a desculpa de não ter esse sucesso material para ser feliz. Uma roda de bons amigos comendo frango com farofa com certeza vale muito mais do que um jantar cheio de frescuras em que as pessoas se relacionam apenas por interesse. Enfim… QUAL A SUA DESCULPA PARA NÃO SER FELIZ COM O QUE TEM?

Sim, tem música do Iron Mainden. A música TEARS OF A CLOWN foi feita inspirada no suicídio do Robin Williams. E logo abaixo, uma entrevista do Bruce Dickinson falando sobre a música, de autoria do Steve Harris.

 

Iron Maiden – EMPIRE OF THE CLOUDS

Não é a primeira vez que escrevo sobre o Iron Maiden nesse blog, e com certeza não será a última. E não é por falta de assunto, mas sim por conta do respeito e da admiração pela banda, que crescem mais a cada dia.

Meu amor declardo pela banda já foi descrito aqui. Já foram tantos discos, tantas músicas, que de uma forma ou de outra até os fãs mais apaixonados começam a pensar que a criatividade e até mesmo a vitalidade da banda vai algum dia acabar… Mas não.

A música EMPIRE OF THE CLOUDS, do novo disco chamado THE BOOK OF SOULS, é o último presente do Iron Maiden para seus fãs. Como sempre, uma aula de História e, acima de tudo, de bom gosto, de pura emoção. De maneira simplística, uma composição fantástica com uma execução para lá de brilhante, com direito até mesmo ao Bruce Dickinson no piano!

Essa música é fala da história do dirigível britânico R101 (apenas para efeitos de comparação, o Titanic caberia dentro deste dirigível) que terminou em um grave acidente com a morte de 48 pessoas e 6 sobreviventes. Não, eu nunca tinha ouvido falar desse dirigível, assim como também nunca tinha ouvido falar do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge. É o Iron Maiden distribuindo cultura como sempre fez e faz. E que se Deus quiser continuará fazendo!

Sem mais delongas, segue a música. Não dá para definir como Heavy Metal. È de uma beleza e de uma originalidade que desafiam quaisquer rótulos. É o Iron Maiden no seu melhor. É o Iron Maiden! UP THE IRONS!

ATENÇÃO: É bem possível que a melodia dessa música não saia mais da sua cabeça depois de ouvi-la apenas uma vez. Estou avisando apenas por precaução. 🙂

Precisando de energia?

De vez em quando, gregos e troianos acordam enfraquecidos, sem energia. Cada um tem sua maneira de se energizar, de se recompor. Uns procuram a natureza. Outros fazem exercícios físicos. Outros ainda saem com seus animais de estimação. Algo que funciona para mim? Música. Só que não serve qualquer uma. Tem que ser música que me gere algum tipo de revolta, de forma que fico na dúvida se é a música ou a revolta que me energizam. A letra da música não é importante nesse caso, mas sim a energia que a música como um todo transmite. A música precisa me “contaminar”.

Aqui vão elas. Que você também descubra sua melhor maneira de se energizar.

Bodies – Drowning Pool

I-E-A-I-A-I-O – System of a Down

Pretender – James Labrie

Caught in a Web – Dream Theater

In The Dragon’s Den – Symphony X

Bruce Dickinson

No caso dessa última, entretanto, a letra é merece ser destacada. Vai logo depois da música. Revolta pura!

No More Lies – Iron Maiden

There’s a darkened sky before me
There’s no time to prepare
Salvage a last horizon
But no regrets from me

Maybe I’ll be back some other day
To live again just who can say
In what shape or form that I might be
Just another chance for me

A hurried time no disgrace
Instead of racing to conclusion
And wishing all my life away
No-one can stop me now

Time is up it couldn’t last
But there’s more things I’d like to do
I’m coming back to try again
Someday maybe I’ll wait till then

No more lies…

They’re all sitting at my table
Talking tall and drinking wine
Their time is up just like me
But they just don’t know it yet

So just a word of warning
When you’re in your deepest dreams
There’s nothing you can hide from
I’ve got my eye on you

The clock is fast, the hour is near
Eventful past is everclear
My life is set, the time is here
I think I’m coming home

No more lies…

A hurried time, no disgrace
Instead of racing to conclusions
And wishing all your life away
No-one can stop me now

Time is up it couldn’t last
But there’s more things I have to do
I’m coming back to try again
Don’t tell me that this is the end

No more lies…

NO MORE LIES!!!

Wolf – Iced Earth

Pouco ou quase nada se houve falar dessa banda no Brasil, mas Iced Earth, para quem gosta de som pesado, é no mínimo uma banda diferente, com uma pegada bastante agressiva e letras bastante interessantes.

O disco Horror Show é um exemplo disso. É um álbum conceitual baseado nos clássicos do terror tais como Dracula, por exemplo. Para maiores detalhes, https://pt.wikipedia.org/wiki/Horror_Show

Meu foco, entretanto, é a música Wolf. É sobre a licantropia, que seria a capacidade ou maldição caída sobre um homem que se transforma em um lobo. Maiores detalhes em https://pt.wikipedia.org/wiki/Licantropia

Segue a música original, com a letra em inglês.

Agressiva, não? Há algo cigano no ar, algo mágico, que é resultado direto de um trabalho cauteloso e genial da banda. Não é simplesmente uma letra em cima de uma música qualquer. É como um soco na cara, que acorda (ou faz dormir) qualquer um!

O que mais me chamou a atenção, entretanto, são os músicos de todos os cantos do mundo tentando fazer covers dessa música. Vou postar dois dos que achei mais impressionantes. Um da guitarra e outro da batera. Surreais!

Definitivamente não é para amadores! 🙂

Enfim… Convido vocês a conhecer melhor o Iced Earth. E para variar, como toda boa banda, fazem reverência o Iron Maiden no disco que citei. A música Transylvania é um cover de uma música do primeiro disco do Iron Maiden, que não por um acaso também se chama Iron Maiden.

Sexta-feira, cerveja e música – Parte I

Vou fazer algo diferente hoje. Abrir uma gelada, meu iTunes, o YouTube, e deixar fluir. Vou colocando a minha “play list” abaixo com algum comentário que eu achar diferente. Quantas músicas serão? Não sei. Quantas cerveja serão? Também não sei. Veremos…

Lynyrd Skynyrd – Gimme Back My Bullets – com Steve Morse na guitarra. Simplesmente bizarro! Apesar do Lynyrd Skynyrd ser uma banda sensacional, a participação do Steve Morse eleva a banda para outro nível. Reza a lenda que o Lynyrd Skynyrd ficou assistindo ao Steve Morse tocar, como se eles fossem meros coadjuvantes. E dadas as devidas proporções, naquele momento eram.

James LaBrie – Pretender – com Marco Sfogli na guitarra. O Marco é… O Marco! Da safra mais nova de guitarristas, sem dúvida alguma, um dos melhores. É ouvir para “ver”.

White Lion – Hungry – com Vito Bratta na guitarra. Por motivos que desconheço, Vito Bratta literalmente parou de tocar guitarra. Acreditem: na época, era reconhecido como igual, ou até mesmo melhor que o próprio Van Halen. É só ouvi-lo tocando para entender o porque.

White Lion – Lonely Nights

Steve Vai – Burning Rain. Esse é o mestre dos mestres dos mestres dos mestres que foram ensinados a serem mestres. Só isso.

Steve Vai – Fire Garden Suite. Quer babar? É o cúmulo tanto do ponto de vista da composição como do ponto de vista do virtuosismo instrumental.

Steve Vai – Little Alligator. Ok… Quer babar de novo? Dessa vez tem até o Steve Vai cantando, algo relativamente raro.

Iron Maiden – The Books Of Souls (estou ouvindo o CD inteiro ainda!). Uma banda da qual serei sempre fã, mas que teve seu auge na década de 1980. O CD e bom, imperdível, mas falta a pegada da trilogia The Number of The Beast, Piece of Mind e Powerslave

A cerveja? Saint Bier. Leve e puro malte. Show de bola! http://www.saintbier.com/home

Creio que ainda vai rolar uma parte II hoje… 😛

As Dores do Sono ou The Pains of Sleep

“Long story short”, há uma música do Iron Maiden, do álbum Powerslave, chamada “The Rime of The Ancient Mariner”, que faz 2 citações a um poema homônio escrito por Samuel Taylor Coleriedge, até então apenas um desconhecido por mim.

Como a curiosidade é meu forte, resolvi saber mais sobre esse “doido”. E esse “doido” era nada mais nada menos que um dos mais importantes escritores da literatura romântica inglesa, sendo considerado por muitos o seu “pai”, digamos assim.

E então, saí fuçando suas obras. Como o inglês utilizado é bem complexo, formal e de época, entender as obras dele foi trabalho pesado. Fui lendo, aprendendo, e indo em frente, cada vez mais impressionado com sua maneira de escrever e a beleza de seus textos.

Um belo dia, na sala de espera de um consultório médico, me deparo com uma “tradução”, ou melhor, uma adaptação livre de uma das poesias de STC para o português! E onde estava essa adaptação? Em uma revista “Caras”! Não sei quem é o autor, mas não só capturou a espinha dorsal do poema, como também o fez ficar lindíssimo em português, algo dificílimo em uma tradução.

Então, sem mais delongas, a versão dele em português, seguida da versão em inglês. No final, vou deixar alguns links para os mais curiosos, incluindo um link para a música do Iron Maiden.

UP THE IRONS! (para não perder o costume)

As Dores do Sono

Antes de no meu leito repousar,
Não tem sido meu hábito rezar
Movendo os lábios em genuflexão;
Mas em silêncio, sem afobação,
Disponho o espírito ao Amor aberto,
Na humilde fé as pálpebras aperto,
E com reverencial resignação
Nenhum desejo ou pensamento expresso –
Somente um senso de suplicação;
E, apesar das fraquezas que confesso,
N’alma um senso de benção fica impresso,
Pois sinto dentro, em volta, em tudo mais,
Saber e Força que são eternais.

Ontem à noite, entanto, rezei alto
Com angústia e agonia – uma tortura! –
Sob as formas e idéias em assalto
De multidão diabólica e perjura:
Lúrida luz, tirânica coorte,
Senso de culpa sem qualquer suporte,
E só o que desprezo, sempre forte!
Quer vingança a vontade ineficaz,
Ainda frustrada, ainda a arder sem paz!
Às repulsas misturam-se os anseios,
Fixados em objetos rudes, feios!
Fantásticas paixões! Louco furor!
Tudo no opróbrio, tudo no terror!
Expunha ações que eu ocultar devia,
Sem distinguir sequer, de tão confuso,
Se era eu que as praticava ou as sofria,
Pois tudo era remorso, dor, abuso;
E, meus ou de outros, eis na mesma lida
O pejo que à alma afoga, o horror que afoga a vida.

E assim duas noites: e a melancolia
Com seu torpor contaminava o dia.
O sono, larga benção, era então
A desgraça pior da disfunção.
Dei, na terceira noite, horrendo grito
Que me acordou desse íncubo maldito,
E, em estranha e cruel desesperança,
Chorei como se fosse uma criança;
E tendo assim com pranto conduzido
A minha angústia a um grau menos dorido –
Tal castigo – disse eu – fora adequado
A uma alma mais manchada de pecado,
Que turbilhona sem cessar o centro
Do inferno imensurável que tem dentro;
Que, ao contemplar o horror das ações más,
Sabe e abomina, mas deseja e faz!
Essas dores convêm a uma alma assim;
Mas por que, mas por que caem sobre mim?
Ser amado é-me a só necessidade,
E quem eu amo, eu amo de verdade.

The Pains of Sleep

Ere on my bed my limbs I lay,
It hath not been my use to pray
With moving lips or bended knees;
But silently, by slow degrees,
My spirit I to Love compose,
In humble trust mine eye-lids close,
With reverential resignation,
No wish conceived, no thought exprest,
Only a sense of supplication;
A sense o’er all my soul imprest
That I am weak, yet not unblest,
Since in me, round me, every where
Eternal Strength and Wisdom are.

But yester-night I prayed aloud
In anguish and in agony,
Up-starting from the fiendish crowd
Of shapes and thoughts that tortured me:
A lurid light, a trampling throng,
Sense of intolerable wrong,
And whom I scorned, those only strong!
Thirst of revenge, the powerless will
Still baffled, and yet burning still!
Desire with loathing strangely mixed
On wild or hateful objects fixed.
Fantastic passions! maddening brawl!
And shame and terror over all!
Deeds to be hid which were not hid,
Which all confused I could not know
Whether I suffered, or I did:
For all seemed guilt, remorse or woe,
My own or others still the same
Life-stifling fear, soul-stifling shame.

So two nights passed: the night’s dismay
Saddened and stunned the coming day.
Sleep, the wide blessing, seemed to me
Distemper’s worst calamity.
The third night, when my own loud scream
Had waked me from the fiendish dream,
O’ercome with sufferings strange and wild,
I wept as I had been a child;
And having thus by tears subdued
My anguish to a milder mood,
Such punishments, I said, were due
To natures deepliest stained with sin,–
For aye entempesting anew
The unfathomable hell within,
The horror of their deeds to view,
To know and loathe, yet wish and do!
Such griefs with such men well agree,
But wherefore, wherefore fall on me?
To be beloved is all I need,
And whom I love, I love indeed.

Links interessantes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Rime_of_the_Ancient_Mariner
https://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Taylor_Coleridge

As citações do poema de STC são de 2:32 até 2:50, e de 5:52 até 6:23.

Up the Irons!!!

Para quem não sabe, sou fã incondicional do Iron Maiden. Quando meus pais me levaram a em uma loja de discos pela primeira vez, eu tinha acabado de ganhar um walkman da Aiwa. Optei por comprar 2 fitas: Piece of Mind e Powserslave, que não por acaso são álbuns do Iron Maiden.

Meus pais ficaram assustados. Aquela coisa meio demoníaca na capa sendo eu aluno de um colégio de freiras… Mas de demoníaco não tinha nada. De fato, os álbuns apenas falavam do que está escrito na Bíblia (a música Relevelations, por exemplo), e o que não falta na Bíblia são menções ao “coisa ruim”. Além disso, falam de História, Mitologia, Filosofia, e de um monte de coisas que faz quem ouve as músicas expandir os seus horizontes. Iron Maiden é cultura. Simples assim.

De lá para cá, o Iron Maiden lançou muitos álbuns, Bruce Dickinson saiu e voltou da banda, mas o meu amor permaneceu incondicional. Sou fã de carteirinha, e entre shows da banda e do Bruce Dickinson em carreira solo, já devo ter assistido a pelo menos uns 15!

No final do ano passado, Bruce Dickinson descobriu que estava com câncer: um tumor na língua e outro na garganta. Recebeu alta faz pouco tempo, e em breve será lançado o mais novo álbum do Iron Maiden: The Book of Souls. Bruce só vai poder cantar novamente em 2016, mas esse disco vai ajudar a “matar a saudade”. O piloto de avião, esgrimista, e sei lá mais o que, não para nunca! 🙂

O motivo do post de hoje, entretanto, não é das músicas em si, mas da visão empresarial da banda. Eles são empreendedores natos, e conhecem seu público como ninguém. Segue um pequeno texto de uma recente entrevista do Bruce:

— Você não consome, por exemplo, a sua mulher ou o seu time de futebol, eles são partes suas, você tem uma relação com eles. Aí está a diferença. O que você tem que fazer com seus álbuns, você faz por intermédio da imprensa, dos shows… Você mantém a relação com os fãs, e eles continuam fãs. As gravadoras se tornam parte disso se elas quiserem — opina. — Acho que as gravadoras estão num lugar estranho hoje, elas não abraçaram a ideia de que são responsáveis por cuidar dessa relação com o público. Elas se preocupam muito com a imprensa, mas não com os fãs. Assim, quando o download apareceu, eles agiram como se o público fosse o inimigo. Os garotos baixavam as músicas porque gostavam muito delas, não achavam que estavam roubando algo do artista. O trabalho das gravadoras era ter a visão de que os garotos poderiam obter delas próprias a música. Só que não fizeram, e por isso elas não existem mais. Nós, os artistas, ainda existimos, e temos a relação com o público. A relação entre o Maiden e os fãs é o que importa.

Tem como não gostar de uma banda dessas? 🙂

P.S.: Se você acha que um iPod revolucionou o mercado (de fato revolucionou), você não tem idéia do que representou o lançamento de um walkman!

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/musica/as-gravadoras-estao-em-crise-porque-nao-pensaram-nos-fas-diz-bruce-dickinson-17151805#ixzz3icLwYSfw
© 1996 – 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.