Denúncia – MV1 Icaraí – Ainda suspenso do Facebook

Para quem não sabe, continuo suspenso do Facebook. Atualizações, portanto, só por aqui.

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Post original: Denúncia – Escola MV1 Icaraí – Niterói/RJ

 

Ancelmo Gois – O Globo – Denúncia MV1

Pai de aluna de 9 anos reclama de ‘conteúdo sexual’ de aula de Artes em Niterói

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Infelizmente, a escola não foi sábia o suficiente para lidar com o contraditório. Vão pagar por essa intransigência alunos, pais e professores.

Outra coisa que me chamou a atenção foi o “Calma, gente!” Talvez o Ancelmo não saiba que eu tentei resolver esse assunto amigavelmente. O que seria eu ficar calmo nesse caso? Deixar de exercer meu direito como pai e jogar a sujeira para baixo do tapete? Lamento, mas esse não é o meu perfil. Covardia é algo que desconheço.

Post original: Denúncia – Escola MV1 Icaraí – Niterói/RJ

Nova Denúncia – MV1 Icaraí – Niterói/RJ

Acabei de entrar em contato com o MV1 com relação a prova de Artes de minha filha. O MV1 informou que “ela não irá fazer a prova porque os pais pediram”. Esclareci não era esse o caso. Eu havia dito apenas que eu não queria que ela fizesse a prova sobre Keith Haring. A Sra. Kayla (assistente da coordenação), entretanto, afirmou que como ela não fará a prova (decisão do MV1), receberá NOTA ZERO. Disse ainda que ela “ficará com a nota da autoavaliação feita pelos próprios alunos, mas que como ela faltou muito…

Acho que agora ficou mais claro com quem eu estou lidando. No pleno exercício de meu direito de pai, vejo minha filha de 9 anos ser penalizada pelo MV1 em represália a minha atitude, o que demonstra o completo despreparo e a falta de sensibilidade da direção e da coordenação pedagógica, que insiste em violar diretamente a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Convenção Americana de Direitos Humanos e a Declaração Universal de Direitos Humanos. Pior do que isso, só mesmo ver a tristeza de minha filha diante dessa situação. Esse é o preço que se paga por exigir o cumprimento das leis no Brasil. Preço extremamente alto, diga-se de passagem.

Portanto, senhores pais, professores e alunos, não venham me cobrar diálogo. O diálogo se tornou IMPOSSÍVEL.

Post original: Denúncia – Escola MV1 Icaraí – Niterói/RJ

MV1 Icaraí – Controle Parental – Keith Haring

Quando estive no MV1, me disseram que o Controle Parental do Google resolveria todos os problemas, e que as imagens impróprias do Keith Haring NÃO APARECERIAM no laboratório da escola e muito menos na minha casa se isso estivesse habilitado.

A aparente cegueira de alguns pais gera consequencias desagradáveis. Sequer testaram o que foi dito pelo MV1 e passaram a informação adiante. Então, para facilitar as coisas, fiz um vídeo testando o Controle Parental. Imagens valem mais do que mil palavras, não é mesmo?

Post original: Denúncia – Escola MV1 Icaraí – Niterói/RJ

Denúncia – Escola MV1 Icaraí – Niterói/RJ

Fui banido pelo Facebook. O motivo? PASMEM!

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Eu faço uma denúncia sobre uma criança sendo exposta a material inadequado para a sua faixa etária e no final sou banido? Muito interessante… Mas o melhor de tudo é o seguinte: me banindo, o Facebook carimbou a minha denúncia. Se nem o Facebook aguenta essa “exploração sexual”, imaginem eu como pai?

É interessante destacar que há pais desavisados que não estão entendendo a questão. A frase “se veio da escola, é bom” não se aplica aos dias de hoje. Esse exemplo real é a prova do que estou falando. Não importa se a escola diz que o artista em questão foi apresentado dentro do contexto A ou B. Uma simples busca no Google revela o seguinte:

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Percebem que não é nem necessário buscar pelas imagens? Elas simplesmente aparecem! De acordo com a direção, entretanto, minha filha chegou nessa imagem porque clicou em algo relacionado a sexo… Sob minha supervisão, claro… E não gosto do trabalho do artista porque sou homofóbico. Não tem nada a ver com apresentar prematuramente temas inapropriados para uma criança de 9 anos.

P.S.: De acordo com a coordenação pedagógica do MV1, usar o Google é crime. Isso no MV1, na Coréia do Norte e na China.

Agora, uma frase sensacional e apropriada do artista utilizado como referência para seus filhos:

“Em minha vida fiz muitas coisas, ganhei muito dinheiro e me diverti muito. Mas também vivi em Nova Iorque nos anos do ápice da promiscuidade sexual. Se eu não pegar AIDS, ninguém mais pegará.” – Keith Haring

Para maiores detalhes, https://pt.wikipedia.org/wiki/Keith_Haring

Ainda não vê nenhum problema? Se faça a seguinte pergunta, então. Por que esse artista? Não há nenhum outro? Percebem que o timing não é adequado? Por que, repito, por que usar justamente essa referência com uma criança de 9 anos? Exposição desnecessária. Tudo completamente desnecessário.

Cabe ressaltar que tentei uma resolução amigável e não consegui. Mesmo eu tendo direitos específicos como pai, não consegui. O MV1 ESTÁ OBRIGANDO A MINHA FILHA A FAZER UMA PROVA SOBRE ESSE ARTISTA E ISSO É ILEGAL! Lembrem-se, pais: hoje, o descaso é comigo e com a minha filha; amanhã, ainda que não concordem comigo, as reinvidicações podem ser suas e de seus filhos.

Agora, se depois de tudo isso você ainda não me entendeu, FAÇA PERGUNTAS! Não me rotulem de “pai maluco”. É isso que o MV1 quer! Exatamente isso!

P.S.2: Obrigado, Facebook, por apagar provas! Tive uma conversa muito interessante com uma aluna do MV1, onde respondi com carinho, respeito e seriedade todos os pontos levantados por ela, tão somente para que o MV1 use a conversa em sua defesa, não mostrando as minhas respostas. Deixo algumas perguntas para ela:

VOCÊ SABE que eu te respondi! Por que não exige do colégio a transparência necessária? Se defende tanto a instituição por conta de sua história, por que concorda, ainda que indiretamente, que meus comentários sejam suprimidos? Se pede diálogo entre as partes, por que não recrimina a instituição por ter chamado um pai de homofóbico e acusado sua filha de 9 anos de clicar em links de sexo enquanto procurava no Google SOB SUA SUPERVISÃO? Por que está sendo conivente com uma instituição que retira de seu site todos os comentários negativos? Por que não pede para o MV1 reabrir o diálogo, uma vez que o MV1 o fechou? Percebe que NADA disso precisaria acontecer se o MV1 fosse a instituição que você afirma ser?

Aliás, graças a amigos, consegui recuperar minhas repostas à aluna do MV1. Os prints estão abaixo.

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Notificação extrajudicial recusada pelo MV1: NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL

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Terça-feira é dia de promoção no Domino’s!

E lá fui eu pedir minhas pizzas. Pague um preço absurdo por uma e leve duas, de maneira que o preço fica justo. Pedi, disse que ia pagar com cartão, e fiquei esperando. Chegou antes do prazo previsto até. Mas não é esse o foco.

Niterói, a cidade sem prefeito, está sendo consumida pelos mosquitos. Aliás, ela é regida por mosquitos. Há mosquitos em todos os lugares. Vários deles são ninjas e alguns resistentes até mesmo a uma explosão nuclear. Lembro-me de um filme que retratava as baratas como as únicas sobreviventes de um holocausto nuclear. MENTIRA! Tenho certeza que seriam os mosquitos. E pior… Por conta da radiação, sofreriam algum tipo de mutação e seriam dantescos! Tenho certeza que no Nono Círculo do Inferno de Dante há muitos mosquitos, muito embora isso nunca tenha citado abertamente pelo autor.

E eis que chega o entregador de pizza na porta de minha casa, sendo que eu sei que vários mosquitos sempre se aglomeram por ali para dar o bote naquele horário. Fiquei na dúvida se eu deveria abrir a porta ou não. De fato, por alguns momentos achei que deveria deixar o entregador ser devorado por aquelas feras para que elas, mais lentas, fossem menos letais após eu abrir a porta. Desisti da idéia e peguei uma raquete daquelas que eletrocutam insetos voadores. A fome falou mais alto.

Abri a porta já agitando a raquete. O entregador se assustou, claro. Era nítido nos olhos dele que eu era, no mínimo, muito doido. Vi-me assim nos olhos dele e não me importei. Ele me entregou a máquina para passar o cartão de crédito, e eu percebi que tinha que parar de agitar a raquete para pegar meu cartão e digitar a senha. QUE DESESPERO! Como eram petistas os tais mosquitos! Dei mole e um esquadrão entrou pela minha casa. Não digitei a senha e fui atrás deles. O entregador continuou esperando com a cara mais “WTF???” que eu já vi na vida. E para evitar vergonha maior, desisti dos mosquitos, digitei a senha, peguei as pizzas, me despedi do entregador e parti para o corredor. Querem sangue? Que assim seja!

Tranquei-me do lado de fora do apartamento com os mosquitos. Tirando o fato de eu não ser Jedi e os mosquitos não serem Storm Troopers, foi uma batalha digna de ser transmitida pela TV. Os mosquitos sendo dizimados pela minha raquete… Aquele cheiro de churrasco impregnando o ar. Mosquitos queimados lembram churrasco, falando nisso. De alguma forma, cada mosquito morto representava um espécie de troféu, ainda que levemos em consideração que mosquitos são infinitos. Não importa se você acredita ou não. Mosquitos são infinitos. Alguns, inclusive, ressuscitam. Nunca duvide disso.

E a pizza? Bom, a pizza estava boa. Mas e o tal do esquadrão que falei que invadiu a minha casa? Batalhei com eles comendo pizza. Tenho certeza de que não matei todos, mas alguns deles jamais poderão ter filhos. Aliás, a grande verdade é que as fêmeas que atacam, e acabei de chegar a conclusão que, na forma humana, elas são conhecidas como “feminazis”. E isso explica o porque de eu fugir delas sempre!

Da próxima vez, vou fazer essa cena toda antes do entregador chegar. Ele pode até não ter entendido o que aconteceu, mas fato é que sabendo desses mosquitos petistas na porta da minha casa, doidos por alguma espécie de pão com mortadela, não posso desistir sem lutar. Seria decretar o meu próprio fim.

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Anjos do Asfalto – O Sol – 1991

E aí, você acorda em uma segunda-feira qualquer, e um amigo (vocalista da banda na época e seu padrinho de casamento) posta na sua timeline do Facebook uma gravação em vídeo de um show que fez com você em 1991… Sem palavras!

Eu tinha 19 anos… Só 19 anos. Muita história nessa música!

Banda: Anjos do Asfalto (Cacau, Fabinho, Fabio Ottolini, Raul Silveira Simoes, Granamyr)

Música: O Sol

Autores: Cacau Hausen e Fábio Ottolini

Local: Duerê – Niterói/RJ

Ano: 1991