13 de Maio – Dia de Nossa Senhora de Fátima

Hoje é dia dela, da minha segunda mãe, da mãe de todos nós, mãe do filho de Deus que se fez carne e viveu entre nós.

Nada do que eu fale será capaz de explicar o que sinto por ela. Nada. É minha protetora, minha guardiã, minha confidente, a quem entrego minha alma e meu coração, não certeza de que ela intercede por mim diante de seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, meu único senhor e meu salvador.

Obrigado pela sua presença em minha vida, minha querida mãe. Ave Maria hoje, agora e sempre!

O filho de Deus vive!

A cruz está vazia. Não gosto da imagem do Cristo preso nela. Prendeu-se a carne, mas não o espírito do filho de Deus. E hoje, é dia de dizer que o Cristo está vivo, e que deixou mensagens e ensinamentos que perduram.

Nada na vida do Cristo foi por acaso. Do nascimento em uma manjedoura até a sua ressurreição, o Cristo nos ensinou como viver o nosso dia a dia, e não por acaso gosto de me referir a ele como Mestre.

E hoje, no dia de ressurreição do Cristo, eu queria mandar uma mensagem especial aos que sofrem. O Cristo morreu na cruz e dela saiu mais forte do que nunca. E é assim que eu gostaria que cada um de nós encarasse as suas próprias cruzes. Não, Deus não esqueceu de você, assim como não esqueceu de seu filho. A cruz é uma maneira de ensinar, de fortalecer, e de valorizar as bênçãos de Deus em nossas vidas. A cruz é uma prova viva do amor de Deus por nós.

Vai ser fácil? Não. Não foi para o filho de Deus, por que seria fácil para nós? Portanto, aceite a sua cruz, seja ela qual for, como uma forma de libertação. Reflita, analise. Deus está com você muitas vezes apenas esperando um convite para entrar em sua vida, e na maioria das vezes esse caminho só se dá através da cruz. O sofrimento nos faz ver Deus. Eu sei disso. Eu vi Deus assim.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo e Nossa Senhora, sua mãe. Obrigado, meu Deus, por não nos esquecer jamais. Inspirado pela cruz que carregou Jesus, também seremos libertos. Nascemos para ser libertos. Somos também filho de Deus.

AMÉM!

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Massacre LGBT em Orlando

Domingo passado, 12/06/2016, assistimos a mais uma carnificina promovida pelo Islã e seus seguidores. Pelo menos 50 pessoas morreram e outras tantas ficaram feridas por conta de um terrível ataque promovido por um muçulmano na cidade de Orlando, mais precisamente em uma casa noturna LGBT.

O que me espanta, entretanto, é que o ISIS e o Boko Haram, entre outros, vem sistematicamente matando pessoas (homens e mulheres, idosos e crianças) por conta de sua religião e/ou etnia, e pouco ou quase nada se fala sobre isso. Não há tal comoção quanto o assunto é a morte de cristãos, curdos, etc. Fico me perguntando o porquê.

Mas vamos deixar isso de lado por ora… Em tese, quem é o político que representa a comunidade LGBT no Brasil? Todos sabem a resposta: O Deputado Federal Jean Wyllys. Será que alguém poderia me explicar, então, por que este mesmo deputado defende o ensino do Islã nas escolas brasileiras? Trocando em miúdos: sendo a homofobia parte integral do Islã (homossexuais são crucificados, apedrejados e atirados de cima de prédios), qual o interesse que o Jean Wyllys tem em promover o Islã no Brasil? Promover o Islã no Brasil é a mesma coisa que promover a homofobia. Contraditório, não? Não acredita no que estou dizendo? Explique-me, então, o porque do Jean Wyllys ir a Israel fazer palestras, e não fazer sequer uma visita a Palestina? Se o Islã é algo tão bom ao ponto de precisar ser ensinado nas escolas, qual o problema do Jean Wyllys visitar a Faixa de Gaza? Estranho…

Mas isso não deveria assustar ninguém. Há fotos do Jean Wyllys vestido de Che Guevara, outro costumaz assassino de homossexuais. Aliás, defender o comunismo e o socialismo é ir contra a causa LGBT. Que o digam Stalin, Lenin, etc. Para estes, o homossexualismo era considerado uma “perversão capitalista” que precisava ser eliminada.

O PSOL, cujo nome é Partido Socialismo e Liberdade, é uma farsa. Não há liberdade no socialismo e muito menos defesa dos homossexuais. Pelo contrário. Os homossexuais, assim como outros grupos (negros, mulheres, gordos, pobres, etc.), são estimulados a confrontar o status quo de maneira pouco inteligente e agressiva, fazendo com que o ódio contra esses mesmos grupos seja engendrado, criado no seio da sociedade. O objetivo? Uma “revolução sem sangue”, conforme a proposta de Antonio Gramsci. Na prática, tais grupos tornam-se apenas massa de manobra nas mãos daqueles que querem chegar e permanecer no poder, e mais nada.

Questionem-se: o que seria do Jean Wyllys se não fosse a homofobia? O que seria do Freixo se não fosse o vitimismo? Estes políticos não lutam para que estes grupos tenham uma vida plena e sejam integrados/aceitos pela sociedade. Pelo contrário. Chegam ao extremo de conceder para estes grupos direitos especiais, que acabam por fazer com que a sociedade repudie o seu comportamento, e associe a canalhice destes políticos aos próprios membros do grupo que em teoria representam.

O que a comunidade LGBT conseguiu ao inserir, durante a visita do Papa ao Brasil, crucifixos e a imagem de Nossa Senhora na vagina e no ânus? Como alguém pode pedir respeito não respeitando? Como esperar solidariedade sem se solidarizar? Percebem a contradição disso tudo?

Chegou o momento de todos estes grupos acordarem para a realidade. Se vivemos em sociedade, temos que aceitar as nossas diferenças, e não esquecer de nossa obrigação em manter padrões mínimos de decência e respeito mútuo. O nome disso é reciprocidade. Respeite para ser respeitado. E talvez assim, da próxima vez que um cristão for assassinado, os membros da comunidade LGBT também fiquem indignados com a brutalidade do Islã, da mesma forma que eu mesmo fiquei indignado com a brutalidade do que aconteceu em Orlando. Esse é o primeiro passo para um mundo mais verdadeiro, sem homofobia, racismo e coisas do tipo.

A vida vem antes de tudo. Vamos, juntos, lutar pela vida de todos!

paz